Segundo um anúncio da Casa Branca na quinta-feira (13 de agosto), o governo Trump impôs tarifas sobre drones e componentes importados, com alíquotas de até 100% para modelos pesados com mais de 25 quilogramas ou com capacidades específicas, e de 25% para unidades menores. Alíquotas preferenciais de 15% se aplicam a drones da UE, do Japão, da Suíça e de Taiwan, desde que o hardware e a tecnologia tenham origem nesses locais ou nos EUA, enquanto o Reino Unido estará sujeito a uma alíquota de 10%. A maioria das tarifas entrará em vigor no prazo de 21 dias, enquanto os componentes não sensíveis terão um período de carência de 180 dias. A China respondeu com controles de exportação sobre drones militares e tecnologias críticas.
O secretário de Comércio, Howard Lutnick, afirmou que a dependência dos EUA de sistemas de drones estrangeiros representa um risco à segurança nacional. A medida invoca a Seção 232 da Lei de Expansão do Comércio de 1962 e busca fortalecer os fabricantes nacionais em meio ao contínuo desacoplamento entre EUA e China na cadeia de suprimentos de drones.