Deep潮 TechFlow notícias, 25 de abril, de acordo com o jornal sul-coreano "Asia Economic Daily", uma mulher na faixa dos 40 anos descobriu, dois anos após o divórcio, que seu ex-marido havia investido secretamente em criptomoedas durante o casamento e obtido lucros consideráveis. A esse respeito, a advogada Kim Na-hee do escritório de advocacia New World Road na Coreia do Sul afirmou que ações e ativos virtuais formados durante o casamento são considerados bens divisíveis, e se a parte não tinha conhecimento total desses ativos no momento do divórcio, ela pode solicitar uma divisão complementar, mas ainda assim deve fazê-lo dentro de dois anos a partir da data do divórcio. No que diz respeito ao rastreamento de ativos, as partes podem solicitar ao tribunal uma ordem de divulgação de bens, e, por meio da obtenção de registros bancários de aproximadamente três anos, podem procurar por registros de depósitos e retiradas relacionados às exchanges, para então solicitar ao tribunal uma ordem de apresentação de documentos, a fim de verificar a posição de ativos virtuais do ex-cônjuuge.

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