▶ Por que as ações de biotecnologia se tornaram a primeira escolha para proteção?
Chegando a 2023, a economia global enfrenta múltiplos desafios — conflitos geopolíticos desencadeiam crises energéticas, aumentos agressivos das taxas de juro pelos bancos centrais provocam volatilidade nos ativos, e eventos de risco em instituições financeiras ocorrem com frequência. Nesse contexto, os investidores começaram a procurar soluções de alocação de ativos mais estáveis. E as ações de biotecnologia têm recebido atenção especial justamente por suas características únicas de resistência ao ciclo econômico.
O desempenho do ETF que acompanha o índice S&P 500, o SPY.US, e o do XBI.US, que acompanha ações de biotecnologia, no último ano, mostram um contraste marcante — enquanto o mercado geral sofre pressões e cai, as ações de biotecnologia demonstram maior resiliência. Isso não é uma coincidência. O desempenho das empresas de biotecnologia depende principalmente do progresso na pesquisa e desenvolvimento de novos medicamentos, e não das oscilações macroeconômicas. Portanto, em momentos de aumento do risco de mercado, as ações de biotecnologia tendem a manter uma trajetória independente. Simplificando, as ações de biotecnologia possuem uma forte resistência à inflação, e em tempos de recessão econômica, costumam se valorizar contra a tendência geral, o que é justamente o seu diferencial de atratividade.