Gigante OTC BlockFills requer falência! Perdas em empréstimos de 75 milhões de dólares, activos de 2000 clientes institucionais congelados

Chicago criptomoeda OTC plataforma de negociação BlockFills solicita oficialmente proteção por falência sob o Capítulo 11, após uma perda de empréstimo de 75 milhões de dólares que levou à suspensão de saques aos clientes. Após uma ação de credores, os ativos foram congelados pelo tribunal federal, deixando cerca de 2000 clientes institucionais em dificuldades.
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  • Crise explode: buraco de 75 milhões de dólares surge à tona
  • CEO renuncia, credores entram com ação, crise se intensifica
  • Juiz federal emite ordem de congelamento de emergência
  • Especialista em falências: o desfecho já está predestinado

A plataforma de negociação OTC de criptomoedas de Chicago, BlockFills, apoiada pelo Susquehanna International, solicitou oficialmente proteção por falência sob o Capítulo 11 ao tribunal. Essa plataforma de nível institucional, que processa mais de 60 bilhões de dólares em transações até 2025, passou de suspensão de saques e saída de executivos a uma ação de credores e congelamento de ativos pelo tribunal, caminhando para a falência em poucas semanas.

Crise explode: buraco de 75 milhões de dólares surge à tona

O incidente remonta a 11 de fevereiro de 2026, quando a BlockFills anunciou, sob o pretexto de “condições de mercado e financeiras”, a suspensão de depósitos e saques de clientes, além de limitar negociações. Cerca de 2000 clientes institucionais — incluindo fundos de hedge, gestoras de ativos, market makers e mineradoras — entraram em dificuldades de liquidez imediatamente.

Segundo fontes, a plataforma acumulou cerca de 75 milhões de dólares em perdas de empréstimos, principalmente devido à forte desvalorização de garantias em criptomoedas durante a queda do mercado. Para cobrir o déficit, tentou encontrar compradores ou financiamento emergencial, sem sucesso.

CEO renuncia, credores entram com ação, crise se intensifica

Em 25 de fevereiro de 2026, o cofundador e CEO Nicholas Hammer anunciou sua renúncia, sendo substituído temporariamente por Joseph Perry. A saída de Hammer ocorreu em meio a graves dificuldades financeiras, interpretada como sinal de que a situação interna já era insustentável.

Dois dias depois, o credor Dominion Capital entrou com uma ação formal, acusando a BlockFills de desviar ativos de clientes, misturar fundos e esconder perdas significativas, muito além de simples erros financeiros.

Juiz federal emite ordem de congelamento de emergência

Em 3 de março de 2026, a situação se agravou rapidamente. A juíza federal de Nova York, Mary Kay Vyskocil, sem aviso prévio à BlockFills, emitiu uma ordem de restrição temporária (TRO), congelando 70,6 bitcoins pertencentes à Dominion Capital e proibindo a transferência de qualquer ativo para o exterior.

A juíza citou “risco iminente de falência” e o fato de a plataforma ter suspendido os saques como justificativas para a medida de emergência, indicando que o tribunal considerou o caso de alta prioridade. A empresa foi ordenada a apresentar uma resposta formal até 17 de março.

Especialista em falências: o desfecho já está predestinado

Thomas Braziel, fundador da 117 Partners e consultor especializado em falências, afirmou que, assim que a notícia da suspensão de saques foi divulgada, a empresa já estava “correndo de cabeça para a falência”; após as acusações de desvio de ativos, “nenhuma instituição séria mais tocaria na plataforma”, sendo a solicitação de proteção por falência quase inevitável.

A solicitação do Capítulo 11 pela BlockFills indica que a empresa busca reestruturar suas dívidas sob supervisão judicial, ao invés de liquidar imediatamente. Contudo, para os cerca de 2000 clientes institucionais afetados, o momento e a possibilidade de recuperar seus ativos permanecem incertos.

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