Se 2024 for o ano do renascimento das criptomoedas, 2025 será o ano-chave para o reconhecimento regulatório do setor e a mudança do discurso de especulação para infraestrutura do mercado financeiro.
A seguir, os principais vencedores de 2025:
Estados Unidos e Trump: inverter o foco do setor, definir stablecoins através do Lei GENIUS, emitir uma ordem executiva sobre reservas de Bitcoin, promover mudanças na liderança da SEC/CFTC para eliminar obstáculos regulatórios.
ETF de Spot: IBIT entra para o Top 10 de ETFs com maior fluxo nos EUA, superando gigantes tradicionais; SEC aprova padrões de listagem padrão, simplificando a aprovação, impulsionando ETFs de Ethereum, Solana, XRP e outros.
Solana: deixa de ser rotulada como “versão de teste”, com volume de transações na cadeia por três meses consecutivos liderando o mercado, transformando-se em uma camada de liquidez global, passando de concorrente do Ethereum a um padrão do Nasdaq.
Ripple: encerra a longa disputa judicial com a SEC, mudando a narrativa para “motor de liquidez” e lançando ETFs de Spot; Ripple investe 40 bilhões de dólares na aquisição de infraestrutura financeira tradicional, transformando-se em um gigante de pagamentos de infraestrutura completa.
RWA: de projeto piloto a infraestrutura essencial, o fundo BUIDL da BlackRock torna-se garantia fora de bolsa, ativos tokenizados ultrapassam US$ 20 bilhões, grandes nomes do setor financeiro tradicional entram no mercado.
Stablecoins: valor de mercado ultrapassa US$ 300 bilhões, com 200 milhões de detentores, tornando-se a camada de liquidação financeira global; o Lei GENIUS fornece clareza legal para entrada de bancos.
Hong Kong: o mercado de ETP ocupa o terceiro lugar mundial, com volume diário de negociação de HKD 37,8 bilhões; o sistema de licenças VATP é bem estruturado, e a regulamentação de stablecoins atrai mais de 30 candidatos.
Base: aproveitando a grande base de usuários da Coinbase, torna-se a plataforma preferida para experimentos com aplicativos de consumo e stablecoins, construindo uma ponte entre o mundo on-chain e o ambiente regulado.
Zcash e privacidade: Zcash lidera a mudança na percepção das moedas de privacidade, tornando-se uma das áreas de melhor desempenho do ano, acelerando a proteção de privacidade no Ethereum, com a SEC já discutindo estruturas de conformidade com a moeda.
DEX perpétuo: derivativos on-chain rompem a barreira de confiança, conquistando volume de negociação de CEX, com o crescimento de DEX como Hyperliquid marcando a maturidade do mercado DeFi.
Mercado de previsão: plataformas como Kalshi e Polymarket estabelecem recordes, enquanto instituições tradicionais como Gemini e Coinbase, junto com empresas de criptomoedas, entram no setor, fechando a lacuna entre especulação e finanças.
Fieis iniciais: após o inverno do setor e forte pressão regulatória, permanecem firmes e conquistam validação, entrando antes de grandes instituições como BlackRock.
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O mercado de criptomoedas de 2025 foi difícil, mas ainda há 12 grandes vencedores
Se 2024 for o ano do renascimento das criptomoedas, 2025 será o ano-chave para o reconhecimento regulatório do setor e a mudança do discurso de especulação para infraestrutura do mercado financeiro.
A seguir, os principais vencedores de 2025:
Estados Unidos e Trump: inverter o foco do setor, definir stablecoins através do Lei GENIUS, emitir uma ordem executiva sobre reservas de Bitcoin, promover mudanças na liderança da SEC/CFTC para eliminar obstáculos regulatórios.
ETF de Spot: IBIT entra para o Top 10 de ETFs com maior fluxo nos EUA, superando gigantes tradicionais; SEC aprova padrões de listagem padrão, simplificando a aprovação, impulsionando ETFs de Ethereum, Solana, XRP e outros.
Solana: deixa de ser rotulada como “versão de teste”, com volume de transações na cadeia por três meses consecutivos liderando o mercado, transformando-se em uma camada de liquidez global, passando de concorrente do Ethereum a um padrão do Nasdaq.
Ripple: encerra a longa disputa judicial com a SEC, mudando a narrativa para “motor de liquidez” e lançando ETFs de Spot; Ripple investe 40 bilhões de dólares na aquisição de infraestrutura financeira tradicional, transformando-se em um gigante de pagamentos de infraestrutura completa.
RWA: de projeto piloto a infraestrutura essencial, o fundo BUIDL da BlackRock torna-se garantia fora de bolsa, ativos tokenizados ultrapassam US$ 20 bilhões, grandes nomes do setor financeiro tradicional entram no mercado.
Stablecoins: valor de mercado ultrapassa US$ 300 bilhões, com 200 milhões de detentores, tornando-se a camada de liquidação financeira global; o Lei GENIUS fornece clareza legal para entrada de bancos.
Hong Kong: o mercado de ETP ocupa o terceiro lugar mundial, com volume diário de negociação de HKD 37,8 bilhões; o sistema de licenças VATP é bem estruturado, e a regulamentação de stablecoins atrai mais de 30 candidatos.
Base: aproveitando a grande base de usuários da Coinbase, torna-se a plataforma preferida para experimentos com aplicativos de consumo e stablecoins, construindo uma ponte entre o mundo on-chain e o ambiente regulado.
Zcash e privacidade: Zcash lidera a mudança na percepção das moedas de privacidade, tornando-se uma das áreas de melhor desempenho do ano, acelerando a proteção de privacidade no Ethereum, com a SEC já discutindo estruturas de conformidade com a moeda.
DEX perpétuo: derivativos on-chain rompem a barreira de confiança, conquistando volume de negociação de CEX, com o crescimento de DEX como Hyperliquid marcando a maturidade do mercado DeFi.
Mercado de previsão: plataformas como Kalshi e Polymarket estabelecem recordes, enquanto instituições tradicionais como Gemini e Coinbase, junto com empresas de criptomoedas, entram no setor, fechando a lacuna entre especulação e finanças.
Fieis iniciais: após o inverno do setor e forte pressão regulatória, permanecem firmes e conquistam validação, entrando antes de grandes instituições como BlackRock.