Brevis lança o modelo económico do token BREV, a ecologia do co-processador ZK dá as boas-vindas ao "coração de valor"?

Prova de conhecimento zero (ZKP) pista infraestrutura central Brevis lança oficialmente seu modelo econômico completo para o token nativo do ecossistema BREV. O total de BREV é de 1 bilhão de tokens, sendo o meio de pagamento, ativo de staking e certificado de governança que impulsiona a rede de provas descentralizada Brevis ProverNet. O lançamento deste token marca um passo crucial para que a Brevis avance rumo a um mercado de provas aberto, liderado pela comunidade e alinhado economicamente. A circulação inicial representa 25% do total, com tokens da equipe e investidores bloqueados por um ano, demonstrando o compromisso do projeto com o desenvolvimento de longo prazo. Com o lançamento da versão de teste da mainnet, espera-se que o BREV se torne um vetor de valor fundamental para conectar dados, computação e validação confiável na blockchain.

Brevis发布代币经济模型

O que é a Brevis? Detalhes sobre sua visão para o ZK Data Coprocessor

Antes de aprofundar na tokenomics do BREV, é importante entender o problema central que a Brevis busca resolver. Atualmente, contratos inteligentes na blockchain, devido à sua natureza fechada e capacidade computacional limitada, não conseguem acessar e verificar de forma direta e de baixo custo dados off-chain ou cálculos complexos. A Brevis pretende construir, por meio da tecnologia de provas de conhecimento zero, um ZK Data Coprocessor universal, permitindo que qualquer contrato inteligente consuma dados personalizados de qualquer blockchain de forma confiável e execute cálculos complexos off-chain, submetendo apenas provas verificáveis na cadeia.

Essa visão é realizada por seu componente central, o Brevis ProverNet. ProverNet é um mercado de rede de provedores de provas aberto e descentralizado. Simplificando, quando um desenvolvedor (solicitante de prova) precisa gerar uma prova de conhecimento zero para uma aplicação, ele pode enviar uma tarefa ao ProverNet; provedores especializados na rede (Provers) competem por ela (através de um mecanismo de leilão dinâmico), geram a prova e recebem recompensa. Esse modelo não só torna a geração de provas ZK mais profissional e escalável, reduzindo custos, como também garante segurança e confiabilidade por meio de um modelo econômico baseado em tokens. Assim, o lançamento do BREV é o combustível e lubrificante para essa engrenagem econômica de alta precisão.

Os três papéis principais do token BREV: pagamento, staking e governança

O BREV não é apenas um token de governança, mas um ativo prático profundamente integrado ao funcionamento do Brevis ProverNet. Seu design reflete uma análise econômica cuidadosa, visando alinhar os interesses de todos os participantes da rede.

Primeiro, como meio de pagamento, o BREV é a moeda de troca para todas as transações dentro do ecossistema Brevis. Seja para pagar pela geração de provas, consultas de dados ou pelos serviços recebidos pelos provedores, tudo é realizado em BREV. Os preços são definidos por leilões dinâmicos entre solicitantes e provedores, garantindo eficiência de mercado. Com o desenvolvimento da rede, o ProverNet planeja migrar da rede Base atualmente implantada para um Rollup exclusivo da Brevis. Nesse momento, o BREV será atualizado para se tornar o token nativo de gás desse Rollup, usado para pagar taxas de transação, incluindo staking, submissão de provas e liquidação de tarefas, ampliando significativamente seu uso e demanda.

Em segundo lugar, como ferramenta de staking e alinhamento de incentivos, o BREV funciona como uma “entrada” para participar na segurança da rede e obter recompensas. Provedores devem fazer staking de uma quantidade de BREV ou receber delegações de outros para poder disputar tarefas de prova. Essa mecânica serve a três objetivos: resistir a ataques Sybil, impor restrições econômicas via risco de slashing (penalidades), e distribuir tarefas de alto valor proporcional ao staking. Usuários comuns que não operam infraestrutura podem delegar seus BREV a provedores confiáveis, compartilhando assim as receitas de provas geradas, similar a um sistema PoS de staking. Contudo, também assumem responsabilidade de supervisão; se o provedor delegado não cumprir o SLA (como atrasos ou provas inválidas), o staking delegado pode ser penalizado, inicialmente em 1%.

Por fim, como certificado de governança, os detentores de BREV podem votar em parâmetros-chave da rede. Inicialmente, podem votar sobre: limite máximo de tamanho de prova (atualmente <1MB), nível mínimo de segurança criptográfica (acima de 100 bits), proporção de penalidades e taxas de mercado de leilão (atualmente 3% pagos pelo solicitante). Essa governança permite que a comunidade decida o rumo de longo prazo do projeto.

Análise aprofundada da tokenomics: oferta, distribuição e ritmo de desbloqueio

A economia de tokens de um projeto é fundamental para seu valor de longo prazo. O modelo do BREV busca equilibrar incentivos para participantes iniciais e a saúde contínua da rede, com detalhes de distribuição que merecem atenção.

O total de BREV é fixo em 1 bilhão de tokens, distribuídos considerando o crescimento do ecossistema, incentivos comunitários, equipe e investidores. A maior fatia, 37%, fica no Fundo de Desenvolvimento do Ecossistema, destinado a impulsionar crescimento, pesquisa, parcerias estratégicas e market making — essenciais para a adoção ampla. Incentivos comunitários representam 28,70%, recompensando provedores, stakers, contribuidores e desenvolvedores, estimulando o lançamento e a atividade inicial da rede. A equipe possui 20%, e investidores, 10,80%, com 3,5% reservados para airdrops a contribuidores e membros da comunidade que cumpram certos critérios.

Visão geral da distribuição de tokens

  • Fundo de Desenvolvimento do Ecossistema: 37% – liberação linear ao longo de 24 meses, com 14,50% desbloqueados na TGE.
  • Incentivos comunitários: 28,70% – liberação linear ao longo de 24 meses, com 7,50% desbloqueados na TGE.
  • Equipe: 20% – bloqueados por 12 meses, depois liberação linear por 24 meses, sem desbloqueio inicial na TGE.
  • Investidores: 10,80% – bloqueados por 12 meses, depois liberação linear por 24 meses, sem desbloqueio inicial na TGE.
  • Airdrops: 3,5% – sendo 3% desbloqueados na TGE, restante de 0,5% liberado após 6 meses.

Na TGE, aproximadamente 25% do total de tokens estará em circulação inicial, principalmente provenientes do fundo de ecossistema, incentivos comunitários e airdrops. Essa abordagem mais conservadora, aliada ao bloqueio de um ano para equipe e investidores, ajuda a reduzir a pressão de venda inicial e demonstra o compromisso de longo prazo do projeto. A liberação linear ao longo de dois anos também garante uma entrada gradual de tokens no mercado, evitando picos de oferta que possam prejudicar o preço.

Ritmo de desbloqueio e impacto no mercado: pressão de curto prazo e narrativa de longo prazo

O calendário de desbloqueio de tokens influencia tanto o preço de mercado de curto prazo quanto a captura de valor de longo prazo. A estratégia do BREV reflete uma preocupação com o sentimento de mercado e o desenvolvimento sustentável.

No curto prazo, os 25% liberados na TGE vêm de fundos de ecossistema e incentivos, com participantes como market makers e contribuintes iniciais. Alguns podem realizar lucros na listagem, criando uma pressão de venda inicial. Entretanto, os tokens de equipe e investidores, que representam 30,80% do total, permanecem bloqueados por um ano, eliminando uma fonte potencial de venda massiva e criando uma janela de oportunidade para o projeto estabelecer reconhecimento de mercado e avançar na implementação tecnológica.

A liberação linear de 24 meses significa que, ao longo de dois anos, o mercado receberá novos tokens mensalmente. Isso exige que o projeto continue entregando marcos, expandindo a adoção e criando demanda real (como pagamento de provas, staking, etc.) para absorver essa oferta crescente. A boa notícia é que a mainnet do Brevis já está ativa, e a narrativa de um mercado de provas aberto está se concretizando. Se o ProverNet conseguir atrair desenvolvedores e gerar demanda estável por serviços de prova, o BREV, como ferramenta de pagamento, poderá contrabalançar parte da pressão de desbloqueio e até impulsionar a descoberta de valor.

Para investidores e participantes de airdrops, entender essa linha do tempo é fundamental. O mercado focará inicialmente em “expectativas de airdrop” e “listagem de tokens”, mas rapidamente migrará para “dados de atividade na mainnet”, “crescimento de parceiros ecológicos” e “receita de serviços de prova”. A conversão dessas narrativas de longo prazo em produtos concretos e uma ecossistema próspero será decisiva para o valor do BREV.

Ecossistema Brevis: uma nova fronteira de ZK para contratos inteligentes

Lançar o token é apenas um passo; o valor do BREV será definido pelo valor que o ecossistema Brevis puder gerar. Já deu passos importantes na prática.

Segundo o blog oficial do projeto, a versão de teste da Brevis ProverNet na mainnet foi lançada recentemente. Este marco permite que desenvolvedores comecem a experimentar e integrar o serviço de ZK Data Coprocessor. Antes disso, a Brevis apresentou sua proposta como “mercado aberto de provas de conhecimento zero”, reunindo recursos de computação de provas descentralizados e formando um mercado de poder computacional confiável.

O potencial do ecossistema reside em suas aplicações diversas: desde protocolos DeFi que precisam de dados de preço verificáveis de outras chains, até jogos ou redes sociais que desejam colocar na blockchain resultados de cálculos complexos off-chain (como rankings ou sistemas de conquistas) de forma confiável, ou mercados de seguros e predição que requerem validação de grandes volumes de dados. Em essência, a Brevis constrói uma camada de computação confiável, programável e universal sobre a blockchain.

À medida que o ProverNet evolui de uma versão de teste para uma versão madura e migra para um Rollup exclusivo, seu desempenho, custos e modelo econômico serão otimizados. Nesse momento, um ecossistema completo, alimentado pelo BREV, envolvendo provedores de dados, provedores de poder de prova, desenvolvedores de aplicações e usuários finais, se consolidará. Nesse cenário, o BREV será não apenas um token de governança, mas a moeda fundamental dessa nova economia de computação confiável. Sua performance será um voto direto na viabilidade do ZK Data Coprocessor e do setor de provas de conhecimento zero. Para observadores e investidores, acompanhar casos de uso, integrações e dados de atividade na cadeia será essencial para avaliar o sucesso do projeto.

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