Portanto, eu estava a perguntar-me noutro dia — se a Sexta-Feira Santa não é, na prática, um feriado nacional, porque é que a Wall Street encerra? Afinal, acaba por ser quase só tradição neste momento. A NYSE e a NASDAQ têm estado a encerrar na Sexta-Feira Santa desde, tipo, o final dos anos 1800, e acabou por se manter. Não é nenhuma exigência religiosa, nem nada do género; é simplesmente assim que as coisas sempre foram feitas.



O lado prático, no entanto, faz sentido. Há menos traders a aparecer, porque as pessoas aproveitam o dia por motivos pessoais ou religiosos, por isso fechar os mercados ajuda a manter as coisas estáveis. Menos liquidez, com menos pessoas a negociar, pode tornar-se complicado. Como os mercados de obrigações também fecham, basicamente tornou-se um feriado por defeito, mesmo que outras indústrias não sigam necessariamente o mesmo exemplo.

A Sexta-Feira Santa assinala a crucificação de Jesus e ocorre dois dias antes da Páscoa. É bastante significativa na tradição Christian e muitos países reconhecem-na como feriado público. Este ano será a 18 de abril de 2026, por isso a Wall Street vai estar encerrada nesse dia. Os mercados reabrem na segunda-feira de manhã, como de costume.

Se tiver o dia de folga, mas não o observar religiosamente, ainda pode torná-lo significativo — fazer voluntariado, passar tempo com a família, meditar, seja o que for. Os temas são bastante universais: reflexão, compaixão, esse tipo de coisa. Honestamente, um dia de descanso de estar a olhar para gráficos não é, de todo, a pior das coisas.
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