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Percebi algo interessante ao observar as previsões de cotação do ouro dos últimos anos. Muitos analistas estavam certos, outros não — mas a tendência geral que identificaram mostrou-se sólida.
Comecemos pelos factos. Em 2024, o ouro atingiu os 2.600 dólares, exatamente como previsto. Em 2025, ultrapassou a cota de 3.000, precisamente no limite superior das estimativas mais optimistas. Agora estamos em abril de 2026 e o preço oscila entre os 3.500 e os 3.700 dólares. As previsões de cotação do ouro que lia há um ano não eram assim tão erradas.
O que me impressionou, porém, foi como a maioria dos analistas institucionais convergia numa faixa de 2.700-2.800 dólares para 2025. Goldman Sachs, UBS, BofA, J.P. Morgan, Citi Research — todos essencialmente alinhados. Apenas InvestingHaven e alguns outros previam acima de 3.100+. Adivinhem quem tinha razão? Aqueles que olhavam além do consenso.
A razão é simples: as previsões de cotação do ouro não podem ignorar as dinâmicas monetárias. M2 continuou a crescer, a inflação não desapareceu, e os bancos centrais mantiveram taxas baixas por mais tempo do que o previsto. Tudo isso impulsionou o ouro para além do que o mercado consensual esperava.
Ao analisar os gráficos a longo prazo, o que emerge é interessante. O ouro completou um padrão de inversão de tendência de alta que durou 10 anos (de 2013 a 2023). Quando se vêem padrões assim tão longos, geram mercados de alta igualmente prolongados. Não é magia, é apenas assim que funcionam os mercados.
O que me surpreende é que muitos ainda não compreendem o verdadeiro motor do ouro: não é a oferta/demanda, não são recessões, é a inflação esperada. O ouro brilha quando os investidores temem a erosão do poder de compra. E adivinhem? Esse medo não desapareceu. Se alguma coisa, aumentou.
As previsões de cotação do ouro para 2026 que circulam agora situam-se entre 3.500 e 4.000 dólares. Considerando onde estamos, parece realista. E para 2030? Os analistas dizem 4.500-5.000 dólares. Pessoalmente, acho que 5.000 é um nível psicologicamente importante que pode representar um pico de ciclo.
O que acho fascinante é observar como o ouro se move em sintonia com as expectativas de inflação (medidas pelo TIP ETF) e com os mercados cambiais. Quando o euro está forte, o ouro tende a subir. Quando os rendimentos obrigacionistas caem, o ouro acelera. Estes indicadores preditivos permanecem positivos.
Sobre a questão prata versus ouro: a relação ouro/prata sugere que a prata explodirá numa fase seguinte deste ciclo de alta. A prata não está a mover-se em sincronia com o ouro agora, mas quando começar, será rápido. Objectivo para a prata? 50 dólares a onça até 2030.
Uma coisa que o tempo me ensinou é que as previsões de cotação do ouro mais precisas vêm de quem analisa os gráficos a longo prazo, não dos títulos dos jornais. Os padrões gráficos não mentem. Este ciclo de alta do ouro ainda tem anos pela frente.
Claro, a tese de alta decairá se o ouro cair e permanecer abaixo de 1.770 dólares. Mas, honestamente, a probabilidade é muito baixa. As condições macroeconómicas que suportam preços mais altos permanecem intactas.
Para quem quer aprofundar, recomendo acompanhar três coisas: primeiro, a evolução do M2 e da inflação CPI. Segundo, o movimento do euro face ao dólar. Terceiro, os rendimentos dos Treasury. Quando estes três fatores se alinharem para cima, o ouro acelera.
A convergência das previsões de cotação do ouro entre 3.500 e 4.000 dólares para 2026 parece-me o consenso correcto. Mas, como sempre, o verdadeiro ganho vem de olhar além do consenso. E o consenso não está a olhar suficientemente longe no tempo.