#贝莱德计划购入UNI BlackRock entra no DeFi, a diversão acaba de começar📢📢📢


Enquanto os gigantes tradicionais do setor financeiro ainda observam o DeFi, a maior gestora de ativos do mundo, a BlackRock, já deu um passo substancial. No dia 11 de fevereiro, a BlackRock anunciou a compra do token de governança do Uniswap, UNI, ao mesmo tempo em que integrou seu fundo tokenizado BUIDL, avaliado entre 18-22 mil milhões de dólares, na UniswapX.
Após o anúncio, o preço do token nativo de governança do Uniswap, UNI, disparou de 3,2 dólares para quase 4,6 dólares, atingindo uma alta de 40%.
A BlackRock gere mais de 10 mil milhões de dólares em ativos, e cada movimento seu influencia os mercados financeiros globais. Agora, ela começa a comprar tokens de governança DeFi, o que isso significa?

1. Quem é realmente a BlackRock?
Antes de aprofundar nesta parceria, é importante entender a importância da BlackRock, que não é uma jogadora comum de Wall Street, mas sim a “lastro” do sistema financeiro global. A BlackRock é a maior gestora de ativos do mundo, administrando cerca de 14 mil milhões de dólares.
O que representam 14 mil milhões de dólares? Equivale à soma do PIB do Japão e da Alemanha, mais de um sétimo do valor total de mercado de ações global. Desde o governo dos EUA, fundos soberanos da Arábia Saudita, até fundos de pensão de indivíduos (como o 401k), quase todas as grandes instituições confiam seu dinheiro à BlackRock. A influência desta empresa permeia todos os setores: ela é a maior acionista de gigantes tecnológicos como Apple, Microsoft e Amazon, tendo peso decisivo nas assembleias de acionistas; em 2024, foi a BlackRock quem impulsionou a aprovação do ETF de Bitcoin à vista (um fundo negociado em bolsa, que pode ser comprado e vendido na bolsa de valores), abrindo as portas para o influxo de fundos tradicionais no mercado de criptomoedas; até durante a crise financeira de 2008 e a pandemia de COVID-19, o Federal Reserve contratou a BlackRock para ajudar na gestão de ativos complexos, ganhando o apelido de “banco central sombra”. Quando uma gigante deste nível anuncia “vou entrar no DeFi”, o sinal vai muito além de um simples investidor rico comprando tokens. É como se os reguladores estivessem testando a legalidade de uma nova rota de forma oficial.
A mudança de postura do CEO da BlackRock, Larry Fink, também é altamente simbólica: de chamá-lo, há alguns anos, de “índice de lavagem de dinheiro” para, em 2024, promover o ETF de Bitcoin, e agora comprar diretamente o token UNI. Essa transformação mostra claramente que a blockchain deixou de ser uma experiência marginal e se tornou uma peça central na infraestrutura financeira da próxima geração.

2. Uma batalha de “conformidade e eficiência”
Esta parceria não aconteceu de uma hora para outra. Segundo Hayden Adams, fundador do Uniswap, as negociações começaram em uma sala de reuniões na sede da BlackRock em Hudson Yards, Manhattan, e se estenderam até o escritório rosa do Uniswap em SoHo.
Como uma gigante financeira que gerencia trilhões, a postura da BlackRock em relação ao DeFi sempre foi cautelosa: ela valoriza a eficiência das liquidações 24/7 na cadeia, mas também precisa garantir conformidade com padrões institucionais. A solução final foi a integração via RFQ (Request for Quote, ou solicitação de cotação — mecanismo que permite a grandes volumes de transações serem cotados por market makers profissionais, ao invés de usar pools públicos de liquidez), dentro do framework do UniswapX, ao invés de abrir para todos os investidores de varejo. Isso significa que as negociações do fundo BUIDL na cadeia continuam usando uma lista de permissões (whitelist), onde apenas endereços previamente autorizados podem participar, incluindo investidores qualificados (com ativos líquidos iguais ou superiores a 5 milhões de dólares ou renda anual acima de 200 mil dólares, conforme definição da SEC dos EUA) e market makers específicos (como Wintermute, que fornece liquidez para o mercado).

3. O experimento de tokenização da BlackRock
1. Visão geral do fundo BUIDL
BUIDL (BlackRock USD Institutional Digital Liquidity Fund) é um fundo tokenizado apoiado por títulos do Tesouro dos EUA e ativos líquidos, sendo atualmente o maior fundo institucional na cadeia.
Características do fundo:
- Ativos subjacentes: dinheiro em caixa, títulos do Tesouro dos EUA e acordos de recompra
- Valor estável: o token mantém o valor fixo de 1 dólar
- Distribuição de lucros: juros acumulados diários, distribuídos mensalmente via airdrop de novos tokens na carteira dos investidores
- Investimento mínimo: apenas para investidores qualificados, com aporte inicial mínimo de 5 milhões de dólares
- Conformidade regulatória: supervisionado pela SEC, lançado em março de 2024, com cerca de 2,4 mil milhões de dólares sob gestão até fevereiro. O BUIDL foi lançado em várias blockchains, incluindo Ethereum, Solana, BNB Chain, Aptos e Avalanche. Em janeiro, atingiu a marca de 150 milhões de dólares em distribuições acumuladas.
2. A evolução da liquidez do fundo BUIDL na cadeia
A BlackRock, ao integrar o BUIDL na Uniswap, alcançou duas grandes inovações: primeiro, a conexão da camada de liquidez. O ciclo de liquidação T+2 do sistema financeiro tradicional (transação hoje, pagamento daqui a dois dias, com risco de inadimplência do contraparte) foi reduzido na UniswapX a uma liquidação atômica (realizada instantaneamente via contratos inteligentes), eliminando o risco de contraparte. Robert Mitchnick, chefe de ativos digitais da BlackRock, afirmou: “Integrar o BUIDL na UniswapX representa um avanço significativo na interoperabilidade entre fundos de rendimento em dólares tokenizados e stablecoins.”
Segundo, a extensão da curva de rendimento. Com a composabilidade do DeFi (que permite combinar protocolos como blocos de Lego, por exemplo, usando certificados de depósito como garantia para empréstimos em outras plataformas, criando estratégias de rendimento compostas), os detentores de BUIDL podem, ao mesmo tempo, manter exposição a títulos do Tesouro e participar de empréstimos ou fornecer liquidez na cadeia, criando uma estratégia de “rendimento composto”. Para fundos institucionais que buscam eficiência de capital, essa é uma proposta altamente atraente.

4. Por que o Uniswap?
No universo DeFi, o Uniswap não é o único hub de liquidez, mas foi a escolha da BlackRock por uma razão específica.
Tecnicamente, o mecanismo RFQ do UniswapX atende às necessidades de “liquidez controlada” de instituições. Diferente do modelo AMM (Automated Market Maker, ou criador de mercado automatizado), o RFQ permite que market makers profissionais cotem grandes ordens, garantindo eficiência na descoberta de preços e evitando o problema de “slippage” (desvio de preço causado por grandes transações, levando a preços finais inferiores ao esperado). Isso é crucial para transações institucionais de dezenas de milhões de dólares.
No aspecto regulatório, o recurso de “pools licenciados” do Uniswap (que exige KYC para participação) oferece uma barreira de verificação de identidade e combate à lavagem de dinheiro (KYC/AML). Assim, a BlackRock pode garantir que seus contrapartes na negociação do BUIDL sejam verificadas, mantendo a transparência e rastreabilidade da blockchain. Essa forma de DeFi “semi-centralizada” pode ser o ambiente mais confortável para gigantes tradicionais fazer a transição.
Vale notar que, nesta ocasião, a BlackRock não usou apenas a tecnologia do Uniswap, mas também comprou diretamente tokens UNI. Essa ação é interpretada como um investimento estratégico na governança do Uniswap, dando aos detentores de UNI o direito de votar em atualizações do protocolo, distribuição de taxas e outras decisões importantes.
Embora o tamanho exato da participação não tenha sido divulgado, isso certamente posiciona o Uniswap como uma infraestrutura de governança de nível institucional.

5. Reflexões na era RWA
A entrada da BlackRock coincide com o boom da tokenização de ativos do mundo real (RWA). Atualmente, o TVL (Total Value Locked, ou valor total bloqueado, que mede o valor de ativos depositados em protocolos DeFi e indica o tamanho da plataforma) é de cerca de 100 mil milhões de dólares, enquanto o mercado de capitais tradicional soma trilhões de dólares. Em teoria, se apenas 1% dos ativos tradicionais fossem tokenizados, isso poderia transformar todo o ecossistema DeFi.
Por outro lado, há desafios. Primeiramente, a controvérsia sobre os critérios de acesso. O mecanismo de whitelist atualmente funciona como um “teto de vidro” no DeFi, onde investidores comuns só podem assistir enquanto as instituições aproveitam os benefícios da cadeia, o que entra em conflito com o espírito de “finanças sem permissão” (open finance) do mundo cripto.
Em segundo lugar, a incerteza regulatória. Apesar do avanço de projetos de lei sobre stablecoins nos EUA, a postura da SEC em relação ao DeFi permanece ambígua.
Como uma gestora altamente regulada, a BlackRock deve atuar com cautela dentro de um quadro de conformidade. Como observam especialistas, “não é o DeFi que está engolindo o TradFi, mas o TradFi que está domesticando o DeFi.”
Por fim, há riscos tecnológicos. Vulnerabilidades em contratos inteligentes, ataques a oráculos, ataques de governança — todos riscos inerentes ao DeFi — podem causar perdas significativas para uma gestora que administra trilhões. Por isso, a parceria foi limitada a “investidores qualificados”, sob condições de risco controlado, para testes de resistência.

6. Conclusão
A colaboração entre BlackRock e Uniswap é como uma costura que une dois mundos financeiros paralelos. Para o DeFi, é uma validação definitiva: protocolos descentralizados deixam de ser apenas ferramentas de especulação e passam a ser infraestruturas financeiras capazes de suportar ativos de nível institucional. Para o sistema financeiro tradicional, é um passo inevitável: quando os ativos tokenizados oferecem maior eficiência e transparência, recusar a cadeia de blocos significa perder competitividade. O aumento repentino do preço do UNI pode recuar, mas a mudança de paradigma que essa parceria inaugura é difícil de reverter. Desde o ETF de Bitcoin à vista até o BUIDL na cadeia, a BlackRock está construindo de forma sistemática uma ponte entre o “velho mundo” e o “novo mundo”. E, quando essa ponte estiver suficientemente sólida, a verdadeira inclusão financeira poderá finalmente acontecer. Como Hayden Adams afirmou após o anúncio da parceria: “Passamos 18 meses provando que o DeFi está pronto para receber capital institucional. Agora, a diversão começa mesmo.”
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Luna_Starvip
· 4h atrás
Ape In 🚀
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Lock_433vip
· 4h atrás
LFG 🔥
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Lock_433vip
· 4h atrás
Ape In 🚀
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GateUser-fa643723vip
· 5h atrás
Rush de 2026 👊
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MasterChuTheOldDemonMasterChuvip
· 8h atrás
Feliz Ano Novo 🧨
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MasterChuTheOldDemonMasterChuvip
· 8h atrás
Ano do Cavalo, faça uma grande fortuna 🐴
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MasterChuTheOldDemonMasterChuvip
· 8h atrás
Feliz Ano Novo 🧧
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xiaoXiaovip
· 8h atrás
Ano do Cavalo, faça uma grande fortuna 🐴
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ShizukaKazuvip
· 12h atrás
Mantenha-se firme no HODL💎
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ShizukaKazuvip
· 12h atrás
Oscilação é oportunidade 📊
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