Já parou para pensar na quantidade de dados que as autoridades estão a recolher sobre si? O governo dos EUA implementou discretamente um software de vigilância preditiva que mapeia bairros, acompanha padrões de movimento e sinaliza residentes com base em previsões algorítmicas. Os agentes estão agora a usar ferramentas avançadas de mapeamento para identificar potenciais suspeitos antes de qualquer crime ocorrer—basicamente transformando comunidades inteiras em zonas monitorizadas. Não é uma narrativa distópica. Isto está a acontecer neste momento. A interseção entre vigilância em massa, algoritmos preditivos e autoridade governamental levanta questões sérias sobre privacidade, consentimento e liberdades civis na era digital.

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