Há uma expressão interessante no mundo financeiro internacional: "MPI vale milhões, contas do JPM valem bilhões." Isso não é apenas um jogo de números, mas reflete a posição de absoluto domínio do JPMorgan no sistema financeiro global. Para as instituições que desejam atuar nos setores de pagamentos transfronteiriços, ativos virtuais, stablecoins e outros, o JPMorgan é tanto o único ingresso para o mundo do dólar quanto uma pedra de toque para testar os limites de conformidade.
A história do gigante das exchanges de criptomoedas Coinbase ilustra bem esse ponto. Seus fundadores não escondem que, para chegar onde estão hoje, o fator mais importante não foi uma inovação tecnológica, uma explosão de usuários ou uma regulamentação amigável, mas sim a parceria com um banco forte — o JPMorgan. Desde 2020, o JPMorgan tornou-se um "padrinho" da Coinbase dentro do sistema financeiro tradicional. O valor dessa parceria vai além do imaginável: por um lado, abriu o canal do dólar; por outro, colocou uma etiqueta de "legalidade" na Coinbase perante Wall Street. É importante lembrar que todo o setor de criptomoedas há muito tempo é tratado com desconfiança pelos bancos tradicionais, e uma parceria assim é extremamente rara.
A questão é: a mesma instituição financeira tem uma postura diametralmente oposta em relação ao Bitcoin. O CEO do JPMorgan, Jamie Dimon, é um velho adversário do universo cripto. Para ele, o Bitcoin é uma "fraude", usado principalmente em transações obscuras. Ele até declarou publicamente que "nunca vai tocar em Bitcoin na vida". Mesmo grandes nomes de Wall Street, como a BlackRock, já começaram a abraçar ETFs de Bitcoin, mas Dimon continua firme na sua posição. A característica de descentralização do Bitcoin claramente contrasta com os valores de um guardião tradicional das finanças como ele. Essa contradição reflete a relação complexa entre o sistema financeiro tradicional e o mundo das criptomoedas.
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MEVHunterBearish
· 01-21 11:51
戴蒙 este velho é mesmo um rei do duplo padrão, dá luz verde à Coinbase mas critica o Bitcoin todos os dias, na verdade é tudo por interesses, né?
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RebaseVictim
· 01-20 15:42
Muito impressionante, a jogada da JPM é um negócio de pegar os dois lados... a Coinbase consegue chegar até hoje graças à JPM, mas logo depois Damoen critica o btc como um esquema... Isso não é o típico "meu dinheiro, eu pego, suas moedas eu desprezo", haha
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NightAirdropper
· 01-20 02:03
O Damo é mesmo um mestre, ajudando a Coinbase a abrir canais em dólares enquanto diz que o Bitcoin é um esquema, essa dupla face é impressionante...
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SmartContractRebel
· 01-20 02:01
Damon está a ser teimos, a sério que acha que a Coinbase está a queimar dinheiro... Se podes usar o cartão do JPM, tens que usar, esta é a arrogância das finanças tradicionais
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GasWaster
· 01-20 02:00
Damon diz que não toca em Bitcoin, mas na prática está a fazer jogadas na JPMorgan e na Coinbase, um típico hipócrita de Wall Street.
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degenonymous
· 01-20 01:53
Damon é realmente incrível, apoia a Coinbase de um lado e critica o BTC do outro, essa lógica eu não consigo entender.
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NftMetaversePainter
· 01-20 01:43
Na verdade, a beleza algorítmica desta estrutura de monopólio JPM é precisamente o que expõe a contradição fundamental nos primitivos de blockchain das finanças tradicionais... a dissonância cognitiva de Dimond entre a infraestrutura de stablecoins e a rejeição do bitcoin é basicamente a colisão de hash que temos esperado
Há uma expressão interessante no mundo financeiro internacional: "MPI vale milhões, contas do JPM valem bilhões." Isso não é apenas um jogo de números, mas reflete a posição de absoluto domínio do JPMorgan no sistema financeiro global. Para as instituições que desejam atuar nos setores de pagamentos transfronteiriços, ativos virtuais, stablecoins e outros, o JPMorgan é tanto o único ingresso para o mundo do dólar quanto uma pedra de toque para testar os limites de conformidade.
A história do gigante das exchanges de criptomoedas Coinbase ilustra bem esse ponto. Seus fundadores não escondem que, para chegar onde estão hoje, o fator mais importante não foi uma inovação tecnológica, uma explosão de usuários ou uma regulamentação amigável, mas sim a parceria com um banco forte — o JPMorgan. Desde 2020, o JPMorgan tornou-se um "padrinho" da Coinbase dentro do sistema financeiro tradicional. O valor dessa parceria vai além do imaginável: por um lado, abriu o canal do dólar; por outro, colocou uma etiqueta de "legalidade" na Coinbase perante Wall Street. É importante lembrar que todo o setor de criptomoedas há muito tempo é tratado com desconfiança pelos bancos tradicionais, e uma parceria assim é extremamente rara.
A questão é: a mesma instituição financeira tem uma postura diametralmente oposta em relação ao Bitcoin. O CEO do JPMorgan, Jamie Dimon, é um velho adversário do universo cripto. Para ele, o Bitcoin é uma "fraude", usado principalmente em transações obscuras. Ele até declarou publicamente que "nunca vai tocar em Bitcoin na vida". Mesmo grandes nomes de Wall Street, como a BlackRock, já começaram a abraçar ETFs de Bitcoin, mas Dimon continua firme na sua posição. A característica de descentralização do Bitcoin claramente contrasta com os valores de um guardião tradicional das finanças como ele. Essa contradição reflete a relação complexa entre o sistema financeiro tradicional e o mundo das criptomoedas.