Os principais investidores institucionais estão a reavaliar a sua exposição à dívida em moeda local no Brasil e na Colômbia. A Morgan Stanley Investment Management reduziu notavelmente as posições nestes mercados emergentes, à medida que os desequilíbrios fiscais continuam a aumentar — uma medida que reflete preocupações crescentes antes das próximas eleições presidenciais em ambas as nações.
A decisão destaca como os défices orçamentais podem tornar-se um gatilho chave para a realocação de capital, especialmente durante períodos de incerteza política. Quando os governos enfrentam lacunas fiscais crescentes juntamente com ciclos eleitorais, o dinheiro institucional tende a rotacionar para alternativas mais seguras. Esta mudança não se trata apenas de retornos imediatos; é um sinal de que os maiores gestores de ativos estão a considerar possíveis mudanças de política e riscos de volatilidade cambial que frequentemente acompanham transições eleitorais em mercados emergentes.
Para os investidores que monitorizam estratégias de dívida EM, esta reposição de posições destaca a importância de acompanhar tanto os fundamentos macroeconómicos quanto os calendários políticos. A sustentabilidade orçamental e os prazos eleitorais movem-se cada vez mais em conjunto quando se trata de determinar o apetite institucional por dívida local.
Ver original
Esta página pode conter conteúdo de terceiros, que é fornecido apenas para fins informativos (não para representações/garantias) e não deve ser considerada como um endosso de suas opiniões pela Gate nem como aconselhamento financeiro ou profissional. Consulte a Isenção de responsabilidade para obter detalhes.
10 Curtidas
Recompensa
10
8
Repostar
Compartilhar
Comentário
0/400
GasFeeLady
· 01-19 10:16
não, isto é basicamente frontrunning a nível macro lol. Morgan Stanley a observar essas lacunas fiscais como eu observo os picos de gwei antes de uma queda de mercado—eles estão apenas a rotacionar antes de o MEV afetar de forma diferente durante a época eleitoral. timing inteligente, na verdade, a volatilidade política atinge muito mais do que a maioria dos traders quer admitir. Brasil e Colômbia vão mesmo receber aquele choque nos preços do gás fr
Ver originalResponder0
CoffeeNFTrader
· 01-18 13:09
A operação do Morgan Stanley na verdade está a dizer: os títulos EM não estão seguros, vamos recuar por precaução... As falhas fiscais do Brasil e da Colômbia são realmente um pouco assustadoras.
Quando uma grande instituição se move, os pequenos investidores também têm que sofrer.
Até quando poderá durar esta onda de fuga? Depois das eleições, será que realmente vai melhorar?
Resumindo, é uma aposta na política, na taxa de câmbio, se correr bem, fica-se rico, se correr mal, é esperar para ver...
Mas, por outro lado, será que nestes momentos não há mesmo oportunidade? A ideia de comprar na baixa será demasiado ingênua?
Ver originalResponder0
GoldDiggerDuck
· 01-18 08:08
A operação da Morgan Stanley desta vez foi bastante inteligente, ano eleitoral e défice orçamental... É realmente preciso ter cuidado
As grandes instituições estão a sair, os investidores individuais ainda estão a dormir?
É por isso que é importante acompanhar o calendário político, senão podemos ser apanhados desprevenidos
Os títulos do Brasil e da Colômbia realmente precisam ser reavaliados
Os fundos institucionais estão a mover-se para lugares mais seguros, o que indica que há um problema sério...
Ver originalResponder0
rekt_but_vibing
· 01-16 14:53
As grandes instituições começaram a fugir, os títulos do Brasil e da Colômbia vão sofrer... A operação da Morgan Stanley foi um aviso para os outros, não foi?
Ver originalResponder0
NFT_Therapy_Group
· 01-16 14:50
Fundos institucionais estão a fugir, os investidores individuais ainda estão a comprar... Esta é a sina dos títulos EM
A cauda do peixe grande é uma tempestade, eleição + défice a dupla ameaça, quem se atreve a pegar neste papel
Resumindo, o smart money já percebeu o sabor, nós ainda estamos a estudar o gráfico
Dívida do Brasil e Colômbia? Agora é só por diversão
Ciclo político + buraco negro fiscal, esta combinação é realmente imbatível... Ainda há quem aposte na moeda local?
Ver originalResponder0
WenMoon
· 01-16 14:48
A operação do JPMorgan é basicamente dizer: Brasil e Colômbia, vocês fiquem aí, não conseguem equilibrar as finanças no ano eleitoral, eu vou me retirar...
Ver originalResponder0
NestedFox
· 01-16 14:33
As grandes instituições nesta operação ainda são bastante inteligentes, o fiscal gap é grande e a eleição acaba por prejudicar, Brasil e Colômbia realmente estão numa situação delicada agora...
Ver originalResponder0
RektButSmiling
· 01-16 14:27
Morgan Stanley voltou a fugir, o velho capital é assim, quando vêem que há um problema financeiro, dão meia-volta e vão embora, sem um pouco de espírito de longo prazo.
Os principais investidores institucionais estão a reavaliar a sua exposição à dívida em moeda local no Brasil e na Colômbia. A Morgan Stanley Investment Management reduziu notavelmente as posições nestes mercados emergentes, à medida que os desequilíbrios fiscais continuam a aumentar — uma medida que reflete preocupações crescentes antes das próximas eleições presidenciais em ambas as nações.
A decisão destaca como os défices orçamentais podem tornar-se um gatilho chave para a realocação de capital, especialmente durante períodos de incerteza política. Quando os governos enfrentam lacunas fiscais crescentes juntamente com ciclos eleitorais, o dinheiro institucional tende a rotacionar para alternativas mais seguras. Esta mudança não se trata apenas de retornos imediatos; é um sinal de que os maiores gestores de ativos estão a considerar possíveis mudanças de política e riscos de volatilidade cambial que frequentemente acompanham transições eleitorais em mercados emergentes.
Para os investidores que monitorizam estratégias de dívida EM, esta reposição de posições destaca a importância de acompanhar tanto os fundamentos macroeconómicos quanto os calendários políticos. A sustentabilidade orçamental e os prazos eleitorais movem-se cada vez mais em conjunto quando se trata de determinar o apetite institucional por dívida local.