Quando olhamos para a subida ou descida dos preços das ações, no fundo, não se trata apenas de números que mudam, mas do resultado da força dos compradores e vendedores que se confrontam no mercado. Isso faz com que os investidores precisem entender que a procura é a vontade de comprar e a oferta é a vontade de vender. Essas duas forças trabalham juntas para determinar o preço que a ação deve ter.
A análise de ações começa com a compreensão das forças do mercado
Em todos os períodos de mercado em que surgem novas informações, os investidores tomam decisões de comprar ou vender imediatamente. Os compradores que veem uma oportunidade estão dispostos a pagar preços mais altos para adquirir ações, enquanto os vendedores podem reduzir preços para vender rapidamente. Essa condição é chamada de “desequilíbrio de mercado” (Imbalance) e é o ponto onde o preço começa a mover-se de forma clara.
Se interpretarmos erroneamente, pensando que a alta das ações ocorre porque o valor intrínseco da empresa aumentou, e decidirmos investir com base nisso, nossos lucros podem desaparecer. Por outro lado, se compreendermos as forças de procura e oferta, saberemos quando o preço tende a mudar de direção, podendo comprar a preços baixos ou vender antes que o preço caia.
A procura e sua relação inversa com o preço
A procura é a vontade de comprar um produto em diferentes quantidades a diferentes níveis de preço. Quando o preço cai, os compradores geralmente querem comprar mais, porque:
Efeito de renda - Quando o preço diminui, o dinheiro restante na carteira do comprador aumenta, permitindo comprar mais.
Efeito de substituição - Preços mais baixos tornam este produto mais atraente em relação a outros, levando as pessoas a trocarem para comprá-lo.
No mercado financeiro, diversos fatores aumentam a procura, como uma economia em crescimento, taxas de juros baixas, alta liquidez no sistema ou boas notícias sobre a empresa. Tudo isso incentiva os investidores a quererem comprar mais ações.
A oferta e a força que empurra o preço para baixo
A oferta é a vontade de vender um produto em diferentes quantidades a diferentes níveis de preço. Contrariamente à procura, quando o preço sobe, os vendedores tendem a querer vender mais, porque:
Em preços elevados, os vendedores veem uma boa oportunidade de obter lucro, oferecendo mais ações. No mercado de ações, acionistas majoritários podem aproveitar essa oportunidade para vender suas participações.
Além disso, fatores como a emissão de novas ações (emissão de novas ações), preocupações econômicas ou notícias negativas sobre o negócio aumentam a (força de venda).
O ponto de estabilidade: o equilíbrio entre as duas forças
No ponto onde a curva de procura encontra a curva de oferta, chamamos de equilíbrio (Equilibrium). Nesse ponto, o preço no mercado é mais estável porque:
Se o preço estiver acima desse ponto, os vendedores tendem a querer vender mais, enquanto os compradores reduzem suas compras, levando a uma superoferta e o preço tende a cair até o equilíbrio.
Se o preço estiver abaixo desse ponto, os compradores querem comprar mais, enquanto os vendedores reduzem suas ofertas, levando à escassez e o preço tende a subir até o equilíbrio.
Esse ponto de equilíbrio não é fixo; quando surgem novas informações (como resultados melhores do que o esperado ou novas políticas do banco central), o equilíbrio muda, fazendo o preço se mover para encontrar um novo ponto de equilíbrio.
Fatores internos que controlam as forças de compra e venda no mercado
Variáveis que controlam a procura (força de compra)
Economia macro: Quando a economia cresce bem, as empresas lucram mais, os investidores se sentem mais confiantes para investir. Juros baixos aumentam a força de compra, pois manter dinheiro em depósitos não é tão atrativo, levando as pessoas a comprarem ações.
Liquidez do dinheiro: Quando há fluxo de dinheiro para o mercado, (através de programas de recompra do banco central ou entrada de capitais estrangeiros), os investidores têm recursos suficientes para investir.
Confiança: Boas notícias sobre a economia ou estabilidade geopolítica fazem os investidores mais dispostos a comprar ações.
Variáveis que controlam a oferta (força de venda)
Decisões das empresas: Empresas que recompra suas ações (Buyback) ou que realizam novas emissões (IPO ou Rights Offering) afetam diretamente a oferta.
Regulamentações: Restrições na venda de ações por grandes acionistas (como o Período Silencioso após o IPO) reduzem a oferta no mercado.
Custos de produção: Se os custos aumentam, a empresa pode ficar menos disposta a expandir seus negócios, o que impacta a oferta.
Como usar procura e oferta na análise fundamentalista
A comunidade de investidores costuma usar esse princípio assim:
Notícias boas ↔ aumento da procura ↔ alta de preço: Quando há notícias de que a empresa está entrando em novos negócios ou seus resultados superaram as expectativas, os investidores acreditam que o valor intrínseco (Intrinsic Value) da empresa aumentou, e estão dispostos a pagar mais, fazendo o preço subir. Os vendedores tendem a esperar, reduzindo suas ofertas, e o preço se ajusta para cima.
Notícias ruins ↔ aumento da oferta ↔ queda de preço: Da mesma forma, notícias negativas sobre concorrência ou perdas fazem os investidores pensarem que o futuro será sombrio, e eles tendem a vender mais. Os compradores reduzem suas compras, e o preço cai.
Ferramentas técnicas para interpretar forças de procura e oferta
Análise de velas (Candlestick Analysis)
Vela verde (preço de fechamento > preço de abertura): indica que os compradores estiveram fortes nesse período, há maior procura.
Vela vermelha (preço de fechamento < preço de abertura): indica força dos vendedores, maior oferta.
Doji (preço de abertura ≈ preço de fechamento): mostra que há equilíbrio entre força de compra e venda, ainda não é claro quem vencerá.
Análise de tendência de longo prazo (Trend Analysis)
Preços que atingem novos picos continuamente indicam procura forte, tendência de alta deve continuar.
Preços que atingem novos fundos continuamente indicam oferta pesada, tendência de baixa deve persistir.
Preços oscilando dentro de uma faixa (Range-bound) indicam que o mercado está consolidando, aguardando novos fatores.
Encontrar suportes e resistências (Support & Resistance)
Suporte: nível de preço onde os investidores consideram barato e estão dispostos a comprar, fazendo o preço subir a partir daí.
Resistência: nível de preço onde os investidores consideram caro e estão dispostos a vender, fazendo o preço cair a partir daí.
Zona de procura e oferta: técnica de trading baseada na força do mercado
Traders profissionais gostam de usar a Zona de Procura e Oferta para identificar momentos de reversão de tendência. O procedimento é assim:
Passo 1: esperar o movimento forte (Impulse Move)
Quando há uma notícia ou informação nova, o preço tende a se mover rapidamente em uma direção, sem pausas. Chamamos esse movimento de Impulso. Se subir = Zona de Procura, se cair = Zona de Oferta.
Passo 2: fase de consolidação (Base)
Após o movimento forte, o preço entra em consolidação dentro de uma faixa, pois as forças de ambos os lados começam a se confrontar. Nesse momento, velas pequenas indicam que os traders estão aguardando.
Passo 3: rompimento (Breakout)
Quando surgem novas informações, uma das forças vence, e o preço rompe a faixa de consolidação, continuando na mesma direção.
Trading de alta (Rally):
Preço sobe (força de compra)
Consolida e forma uma base
Rompe a base e continua a subir
Entra em posição Long no Breakout, com Stop Loss na base
Trading de baixa (Drop):
Preço despenca (força de venda)
Consolida e forma uma base
Rompe a base para baixo e continua a cair
Entra em posição Short no Breakout, com Stop Loss na base
Exemplo real: uso da Zona de Procura e Oferta na compra e venda de ações
Situação de alta (DBR - Demand Zone Rally Base Rally):
Suponha que a ação ABC caiu de 50 para 40 reais em curto período. Os investidores veem oportunidade e começam a comprar, formando uma Zona de Procura em 40 reais. Depois, a notícia de que a empresa quitou dívidas aumenta a confiança, e o preço sobe de 40 para 48 reais (Rally).
Aos 48 reais, alguns vendedores decidem sair, há consolidação entre 46 e 48 reais (Base). Depois, uma campanha de marketing para um novo produto impulsiona o preço acima de 48, chegando a 55 reais (Rally).
Os traders que entraram no Long na quebra de 48 reais (Breakout) lucram de 48 a 55 reais.
Situação de baixa (RBD - Supply Zone Rally Base Drop):
A ação XYZ subiu de 30 para 38 reais. Grandes vendedores veem o preço alto e decidem vender, formando uma Zona de Oferta em 38 reais. Depois, uma notícia de que a concorrência lançou um produto melhor faz o preço cair de 36 para 28 reais.
Quem entrou Short na quebra de 36 reais (Breakout) lucra de 36 a 28 reais.
Dicas: como aumentar a precisão ao usar esse método
1. Verificar múltiplas forças: além de velas, considere volume (Volume), índice de força relativa (RSI) ou fundamentos da empresa.
2. Gerenciar risco: sempre use Stop Loss para limitar perdas a níveis aceitáveis.
3. Praticar com dados históricos (Backtesting): aplique a estratégia em gráficos passados para identificar sinais verdadeiros e falsos.
Resumo
A procura é a vontade de comprar, a oferta é a vontade de vender. Essas duas forças são o motor principal do preço das ações todos os dias. Seja você um iniciante ou um profissional, é fundamental entender esse conceito para compreender o mercado de verdade.
Se tentar negociar ou investir sem entender essas forças, será como tentar navegar no escuro. Portanto, ao observar velas ou mudanças de preço, pergunte-se: “Qual é a força de procura e oferta agora?” A resposta ajudará você a prever para onde o preço tende a ir.
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Por que a oferta e a procura são a base do investimento bem-sucedido
Quando olhamos para a subida ou descida dos preços das ações, no fundo, não se trata apenas de números que mudam, mas do resultado da força dos compradores e vendedores que se confrontam no mercado. Isso faz com que os investidores precisem entender que a procura é a vontade de comprar e a oferta é a vontade de vender. Essas duas forças trabalham juntas para determinar o preço que a ação deve ter.
A análise de ações começa com a compreensão das forças do mercado
Em todos os períodos de mercado em que surgem novas informações, os investidores tomam decisões de comprar ou vender imediatamente. Os compradores que veem uma oportunidade estão dispostos a pagar preços mais altos para adquirir ações, enquanto os vendedores podem reduzir preços para vender rapidamente. Essa condição é chamada de “desequilíbrio de mercado” (Imbalance) e é o ponto onde o preço começa a mover-se de forma clara.
Se interpretarmos erroneamente, pensando que a alta das ações ocorre porque o valor intrínseco da empresa aumentou, e decidirmos investir com base nisso, nossos lucros podem desaparecer. Por outro lado, se compreendermos as forças de procura e oferta, saberemos quando o preço tende a mudar de direção, podendo comprar a preços baixos ou vender antes que o preço caia.
A procura e sua relação inversa com o preço
A procura é a vontade de comprar um produto em diferentes quantidades a diferentes níveis de preço. Quando o preço cai, os compradores geralmente querem comprar mais, porque:
Efeito de renda - Quando o preço diminui, o dinheiro restante na carteira do comprador aumenta, permitindo comprar mais.
Efeito de substituição - Preços mais baixos tornam este produto mais atraente em relação a outros, levando as pessoas a trocarem para comprá-lo.
No mercado financeiro, diversos fatores aumentam a procura, como uma economia em crescimento, taxas de juros baixas, alta liquidez no sistema ou boas notícias sobre a empresa. Tudo isso incentiva os investidores a quererem comprar mais ações.
A oferta e a força que empurra o preço para baixo
A oferta é a vontade de vender um produto em diferentes quantidades a diferentes níveis de preço. Contrariamente à procura, quando o preço sobe, os vendedores tendem a querer vender mais, porque:
Em preços elevados, os vendedores veem uma boa oportunidade de obter lucro, oferecendo mais ações. No mercado de ações, acionistas majoritários podem aproveitar essa oportunidade para vender suas participações.
Além disso, fatores como a emissão de novas ações (emissão de novas ações), preocupações econômicas ou notícias negativas sobre o negócio aumentam a (força de venda).
O ponto de estabilidade: o equilíbrio entre as duas forças
No ponto onde a curva de procura encontra a curva de oferta, chamamos de equilíbrio (Equilibrium). Nesse ponto, o preço no mercado é mais estável porque:
Se o preço estiver acima desse ponto, os vendedores tendem a querer vender mais, enquanto os compradores reduzem suas compras, levando a uma superoferta e o preço tende a cair até o equilíbrio.
Se o preço estiver abaixo desse ponto, os compradores querem comprar mais, enquanto os vendedores reduzem suas ofertas, levando à escassez e o preço tende a subir até o equilíbrio.
Esse ponto de equilíbrio não é fixo; quando surgem novas informações (como resultados melhores do que o esperado ou novas políticas do banco central), o equilíbrio muda, fazendo o preço se mover para encontrar um novo ponto de equilíbrio.
Fatores internos que controlam as forças de compra e venda no mercado
Variáveis que controlam a procura (força de compra)
Economia macro: Quando a economia cresce bem, as empresas lucram mais, os investidores se sentem mais confiantes para investir. Juros baixos aumentam a força de compra, pois manter dinheiro em depósitos não é tão atrativo, levando as pessoas a comprarem ações.
Liquidez do dinheiro: Quando há fluxo de dinheiro para o mercado, (através de programas de recompra do banco central ou entrada de capitais estrangeiros), os investidores têm recursos suficientes para investir.
Confiança: Boas notícias sobre a economia ou estabilidade geopolítica fazem os investidores mais dispostos a comprar ações.
Variáveis que controlam a oferta (força de venda)
Decisões das empresas: Empresas que recompra suas ações (Buyback) ou que realizam novas emissões (IPO ou Rights Offering) afetam diretamente a oferta.
Regulamentações: Restrições na venda de ações por grandes acionistas (como o Período Silencioso após o IPO) reduzem a oferta no mercado.
Custos de produção: Se os custos aumentam, a empresa pode ficar menos disposta a expandir seus negócios, o que impacta a oferta.
Como usar procura e oferta na análise fundamentalista
A comunidade de investidores costuma usar esse princípio assim:
Notícias boas ↔ aumento da procura ↔ alta de preço: Quando há notícias de que a empresa está entrando em novos negócios ou seus resultados superaram as expectativas, os investidores acreditam que o valor intrínseco (Intrinsic Value) da empresa aumentou, e estão dispostos a pagar mais, fazendo o preço subir. Os vendedores tendem a esperar, reduzindo suas ofertas, e o preço se ajusta para cima.
Notícias ruins ↔ aumento da oferta ↔ queda de preço: Da mesma forma, notícias negativas sobre concorrência ou perdas fazem os investidores pensarem que o futuro será sombrio, e eles tendem a vender mais. Os compradores reduzem suas compras, e o preço cai.
Ferramentas técnicas para interpretar forças de procura e oferta
Análise de velas (Candlestick Analysis)
Vela verde (preço de fechamento > preço de abertura): indica que os compradores estiveram fortes nesse período, há maior procura.
Vela vermelha (preço de fechamento < preço de abertura): indica força dos vendedores, maior oferta.
Doji (preço de abertura ≈ preço de fechamento): mostra que há equilíbrio entre força de compra e venda, ainda não é claro quem vencerá.
Análise de tendência de longo prazo (Trend Analysis)
Preços que atingem novos picos continuamente indicam procura forte, tendência de alta deve continuar.
Preços que atingem novos fundos continuamente indicam oferta pesada, tendência de baixa deve persistir.
Preços oscilando dentro de uma faixa (Range-bound) indicam que o mercado está consolidando, aguardando novos fatores.
Encontrar suportes e resistências (Support & Resistance)
Suporte: nível de preço onde os investidores consideram barato e estão dispostos a comprar, fazendo o preço subir a partir daí.
Resistência: nível de preço onde os investidores consideram caro e estão dispostos a vender, fazendo o preço cair a partir daí.
Zona de procura e oferta: técnica de trading baseada na força do mercado
Traders profissionais gostam de usar a Zona de Procura e Oferta para identificar momentos de reversão de tendência. O procedimento é assim:
Passo 1: esperar o movimento forte (Impulse Move)
Quando há uma notícia ou informação nova, o preço tende a se mover rapidamente em uma direção, sem pausas. Chamamos esse movimento de Impulso. Se subir = Zona de Procura, se cair = Zona de Oferta.
Passo 2: fase de consolidação (Base)
Após o movimento forte, o preço entra em consolidação dentro de uma faixa, pois as forças de ambos os lados começam a se confrontar. Nesse momento, velas pequenas indicam que os traders estão aguardando.
Passo 3: rompimento (Breakout)
Quando surgem novas informações, uma das forças vence, e o preço rompe a faixa de consolidação, continuando na mesma direção.
Trading de alta (Rally):
Trading de baixa (Drop):
Exemplo real: uso da Zona de Procura e Oferta na compra e venda de ações
Situação de alta (DBR - Demand Zone Rally Base Rally):
Suponha que a ação ABC caiu de 50 para 40 reais em curto período. Os investidores veem oportunidade e começam a comprar, formando uma Zona de Procura em 40 reais. Depois, a notícia de que a empresa quitou dívidas aumenta a confiança, e o preço sobe de 40 para 48 reais (Rally).
Aos 48 reais, alguns vendedores decidem sair, há consolidação entre 46 e 48 reais (Base). Depois, uma campanha de marketing para um novo produto impulsiona o preço acima de 48, chegando a 55 reais (Rally).
Os traders que entraram no Long na quebra de 48 reais (Breakout) lucram de 48 a 55 reais.
Situação de baixa (RBD - Supply Zone Rally Base Drop):
A ação XYZ subiu de 30 para 38 reais. Grandes vendedores veem o preço alto e decidem vender, formando uma Zona de Oferta em 38 reais. Depois, uma notícia de que a concorrência lançou um produto melhor faz o preço cair de 36 para 28 reais.
Quem entrou Short na quebra de 36 reais (Breakout) lucra de 36 a 28 reais.
Dicas: como aumentar a precisão ao usar esse método
1. Verificar múltiplas forças: além de velas, considere volume (Volume), índice de força relativa (RSI) ou fundamentos da empresa.
2. Gerenciar risco: sempre use Stop Loss para limitar perdas a níveis aceitáveis.
3. Praticar com dados históricos (Backtesting): aplique a estratégia em gráficos passados para identificar sinais verdadeiros e falsos.
Resumo
A procura é a vontade de comprar, a oferta é a vontade de vender. Essas duas forças são o motor principal do preço das ações todos os dias. Seja você um iniciante ou um profissional, é fundamental entender esse conceito para compreender o mercado de verdade.
Se tentar negociar ou investir sem entender essas forças, será como tentar navegar no escuro. Portanto, ao observar velas ou mudanças de preço, pergunte-se: “Qual é a força de procura e oferta agora?” A resposta ajudará você a prever para onde o preço tende a ir.