🔥Hong Kong sobre duas grandes novidades no setor de criptomoedas🔥
Primeira novidade Hong Kong removeu o USDT do mercado
Segunda novidade Hong Kong permite que seguradoras invistam em criptomoedas
Vamos falar primeiro sobre a remoção do USDT‼️:
Nos últimos dias, muitas pessoas têm divulgado que Hong Kong removeu o USDT, e até que as stablecoins estão sendo completamente banidas na região. Essa informação não é totalmente precisa; de forma mais correta, o que está acontecendo é a limpeza de canais de troca de USDT sem licença, e não uma proibição do próprio USDT.
O contexto é que, em 1º de agosto deste ano, as regulamentações relacionadas às stablecoins em Hong Kong entraram em vigor oficialmente. A nova norma deixa claro que qualquer instituição envolvida em troca, custódia ou transações relacionadas a stablecoins deve possuir uma licença emitida pelas autoridades reguladoras de Hong Kong. O problema é que, anteriormente, muitas casas de câmbio de rua na área de Wan Chai e Tsim Sha Tsui operavam com licenças tradicionais de câmbio, que agora, com a nova regulamentação, não são mais aplicáveis às operações com stablecoins como USDT.
Assim, após a implementação da nova regra, muitas casas de câmbio de rua sem licença adequada tiveram que fechar ou passar a operar clandestinamente. Isso não representa uma mudança abrupta na política, mas sim uma ação normal de regularização após a regulamentação entrar em vigor. Continuar operando de forma ostensiva sem licença é ilegal e apresenta riscos elevados.
É importante destacar que Hong Kong não proibiu a negociação de USDT. O emissor do USDT já submeteu pedido de licença às autoridades de Hong Kong e o processo ainda está em análise, sem aprovação definitiva até o momento. A lista de plataformas suspeitas divulgada pela Comissão de Valores Mobiliários de Hong Kong refere-se a plataformas sem licença, e não ao stablecoin em si.
Se desejar usar ou negociar USDT de forma legal em Hong Kong, só é possível através de plataformas licenciadas, como HashKey e OSL, que são reguladas. Operar em plataformas sem licença ou fazer troca privada na rua já é considerado uma violação das regras e coloca você na linha vermelha da fiscalização.
Outro ponto importante que muitas vezes passa despercebido é que Hong Kong e a China continental já compartilham dados de transações de stablecoins em tempo real. A região da Grande Baía está realizando testes para que as transações de stablecoins atendam simultaneamente às regulamentações de Hong Kong e da China continental. Por exemplo, transações de valores muito altos podem acionar uma revisão conjunta, indicando que as stablecoins estão sendo oficialmente integradas ao sistema de fiscalização financeira transfronteiriça, e não excluídas.
Agora, sobre a segunda novidade: Hong Kong permite que seguradoras invistam em criptomoedas‼️:
Em comparação com a primeira notícia, essa tem um impacto de longo prazo ainda maior.
De acordo com informações recentes, as autoridades de supervisão de seguros de Hong Kong estão avançando na revisão das regras, com planos de permitir que seguradoras incluam criptomoedas, stablecoins e ativos relacionados à infraestrutura financeira digital em suas carteiras de investimento. A nova regulamentação deve iniciar consultas públicas entre fevereiro e abril do próximo ano, e posteriormente será submetida ao Legislativo para aprovação. Se aprovada, Hong Kong se tornará a primeira jurisdição na Ásia a permitir oficialmente que fundos de seguros alocem recursos de forma regulamentada em ativos digitais.
O significado central dessa mudança é que os fundos de seguros representam uma fonte de capital de longo prazo e de perfil conservador. Uma vez autorizadas a participar, as criptomoedas passarão a fazer parte do núcleo do sistema financeiro tradicional, deixando de ser um espaço exclusivo de investidores de alto risco.
Muitos se preocupam com a alta volatilidade das criptomoedas e questionam o que acontece se uma seguradora tiver prejuízo. A resposta das autoridades de Hong Kong já está clara: a proposta de regulamentação define que os ativos digitais serão classificados como de risco máximo, com exigência de capital de risco de 100%. Em termos simples, quanto mais uma seguradora investir em criptomoedas, mais capital de reserva deve manter para cobrir riscos, garantindo a solvência geral.
Isso funciona como uma barreira de segurança extremamente alta para o investimento de fundos de seguros em criptomoedas, permitindo participação, mas evitando apostas agressivas.
Atualmente, algumas das principais seguradoras de Hong Kong já estão realizando projetos pilotos de alocação, geralmente gerenciados por grandes gestoras globais que criam produtos de conformidade específicos, focando em Bitcoin, Ethereum, ativos relacionados a stablecoins e infraestrutura financeira digital, e não em moedas de menor valor ou mais arriscadas.
De uma perspectiva mais ampla, essa iniciativa também abre espaço para a integração de seguros e stablecoins. No futuro, os clientes poderão pagar prêmios e receber benefícios usando stablecoins, com liquidação mais rápida via blockchain, além de reduzir custos de transação internacional e oscilações cambiais.
Vale destacar que Hong Kong não está apenas adotando criptomoedas no setor de seguros, mas também avançando na questão de identidade e fundos. Em fevereiro deste ano, a InvestHK aprovou um pedido de imigração por investimento usando Ethereum como prova de ativos. Em outubro do ano passado, foi registrado o primeiro caso de imigração por investimento usando Bitcoin como prova de patrimônio na cidade. Esses sinais indicam que os ativos digitais estão sendo gradualmente incorporados ao sistema financeiro e de riqueza de Hong Kong.
Resumindo: A suposta remoção do USDT em Hong Kong na verdade é uma limpeza de canais sem licença, e não uma repressão às stablecoins. Permitir que seguradoras invistam em ativos digitais representa uma grande abertura regulatória.
Um é o fortalecimento do controle regulatório, outro é a abertura do sistema financeiro para ativos digitais.
Juntos, esses acontecimentos deixam ainda mais clara a postura de Hong Kong: Não é uma proibição total, mas uma abertura controlada para operações conformes.
O clima está mudando, e se você consegue entender as mudanças nas regras, pode aproveitar essa oportunidade.
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🔥Hong Kong sobre duas grandes novidades no setor de criptomoedas🔥
Primeira novidade
Hong Kong removeu o USDT do mercado
Segunda novidade
Hong Kong permite que seguradoras invistam em criptomoedas
Vamos falar primeiro sobre a remoção do USDT‼️:
Nos últimos dias, muitas pessoas têm divulgado que Hong Kong removeu o USDT, e até que as stablecoins estão sendo completamente banidas na região. Essa informação não é totalmente precisa; de forma mais correta, o que está acontecendo é a limpeza de canais de troca de USDT sem licença, e não uma proibição do próprio USDT.
O contexto é que, em 1º de agosto deste ano, as regulamentações relacionadas às stablecoins em Hong Kong entraram em vigor oficialmente. A nova norma deixa claro que qualquer instituição envolvida em troca, custódia ou transações relacionadas a stablecoins deve possuir uma licença emitida pelas autoridades reguladoras de Hong Kong. O problema é que, anteriormente, muitas casas de câmbio de rua na área de Wan Chai e Tsim Sha Tsui operavam com licenças tradicionais de câmbio, que agora, com a nova regulamentação, não são mais aplicáveis às operações com stablecoins como USDT.
Assim, após a implementação da nova regra, muitas casas de câmbio de rua sem licença adequada tiveram que fechar ou passar a operar clandestinamente. Isso não representa uma mudança abrupta na política, mas sim uma ação normal de regularização após a regulamentação entrar em vigor. Continuar operando de forma ostensiva sem licença é ilegal e apresenta riscos elevados.
É importante destacar que Hong Kong não proibiu a negociação de USDT. O emissor do USDT já submeteu pedido de licença às autoridades de Hong Kong e o processo ainda está em análise, sem aprovação definitiva até o momento. A lista de plataformas suspeitas divulgada pela Comissão de Valores Mobiliários de Hong Kong refere-se a plataformas sem licença, e não ao stablecoin em si.
Se desejar usar ou negociar USDT de forma legal em Hong Kong, só é possível através de plataformas licenciadas, como HashKey e OSL, que são reguladas. Operar em plataformas sem licença ou fazer troca privada na rua já é considerado uma violação das regras e coloca você na linha vermelha da fiscalização.
Outro ponto importante que muitas vezes passa despercebido é que Hong Kong e a China continental já compartilham dados de transações de stablecoins em tempo real. A região da Grande Baía está realizando testes para que as transações de stablecoins atendam simultaneamente às regulamentações de Hong Kong e da China continental. Por exemplo, transações de valores muito altos podem acionar uma revisão conjunta, indicando que as stablecoins estão sendo oficialmente integradas ao sistema de fiscalização financeira transfronteiriça, e não excluídas.
Agora, sobre a segunda novidade: Hong Kong permite que seguradoras invistam em criptomoedas‼️:
Em comparação com a primeira notícia, essa tem um impacto de longo prazo ainda maior.
De acordo com informações recentes, as autoridades de supervisão de seguros de Hong Kong estão avançando na revisão das regras, com planos de permitir que seguradoras incluam criptomoedas, stablecoins e ativos relacionados à infraestrutura financeira digital em suas carteiras de investimento. A nova regulamentação deve iniciar consultas públicas entre fevereiro e abril do próximo ano, e posteriormente será submetida ao Legislativo para aprovação. Se aprovada, Hong Kong se tornará a primeira jurisdição na Ásia a permitir oficialmente que fundos de seguros alocem recursos de forma regulamentada em ativos digitais.
O significado central dessa mudança é que os fundos de seguros representam uma fonte de capital de longo prazo e de perfil conservador. Uma vez autorizadas a participar, as criptomoedas passarão a fazer parte do núcleo do sistema financeiro tradicional, deixando de ser um espaço exclusivo de investidores de alto risco.
Muitos se preocupam com a alta volatilidade das criptomoedas e questionam o que acontece se uma seguradora tiver prejuízo. A resposta das autoridades de Hong Kong já está clara: a proposta de regulamentação define que os ativos digitais serão classificados como de risco máximo, com exigência de capital de risco de 100%. Em termos simples, quanto mais uma seguradora investir em criptomoedas, mais capital de reserva deve manter para cobrir riscos, garantindo a solvência geral.
Isso funciona como uma barreira de segurança extremamente alta para o investimento de fundos de seguros em criptomoedas, permitindo participação, mas evitando apostas agressivas.
Atualmente, algumas das principais seguradoras de Hong Kong já estão realizando projetos pilotos de alocação, geralmente gerenciados por grandes gestoras globais que criam produtos de conformidade específicos, focando em Bitcoin, Ethereum, ativos relacionados a stablecoins e infraestrutura financeira digital, e não em moedas de menor valor ou mais arriscadas.
De uma perspectiva mais ampla, essa iniciativa também abre espaço para a integração de seguros e stablecoins. No futuro, os clientes poderão pagar prêmios e receber benefícios usando stablecoins, com liquidação mais rápida via blockchain, além de reduzir custos de transação internacional e oscilações cambiais.
Vale destacar que Hong Kong não está apenas adotando criptomoedas no setor de seguros, mas também avançando na questão de identidade e fundos. Em fevereiro deste ano, a InvestHK aprovou um pedido de imigração por investimento usando Ethereum como prova de ativos. Em outubro do ano passado, foi registrado o primeiro caso de imigração por investimento usando Bitcoin como prova de patrimônio na cidade. Esses sinais indicam que os ativos digitais estão sendo gradualmente incorporados ao sistema financeiro e de riqueza de Hong Kong.
Resumindo:
A suposta remoção do USDT em Hong Kong na verdade é uma limpeza de canais sem licença, e não uma repressão às stablecoins.
Permitir que seguradoras invistam em ativos digitais representa uma grande abertura regulatória.
Um é o fortalecimento do controle regulatório,
outro é a abertura do sistema financeiro para ativos digitais.
Juntos, esses acontecimentos deixam ainda mais clara a postura de Hong Kong:
Não é uma proibição total,
mas uma abertura controlada para operações conformes.
O clima está mudando,
e se você consegue entender as mudanças nas regras,
pode aproveitar essa oportunidade.
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