Todas as bolsas ficaram vermelhas ontem numa queda coletiva estranha nos mercados financeiros.
- Os mercados não gostam de surpresas, mas odeiam ainda mais a "decepção".
O que aconteceu de queda coletiva simultânea (Bitcoin, ouro, prata e Nasdaq) não foi uma venda aleatória, mas uma "reavaliação" dura e rápida da realidade. - Qual é a história? Os mercados tinham grandes esperanças em "Kévin Hasset" como um possível candidato a liderar o Federal Reserve.
O homem é conhecido no meio financeiro por ser amigo da liquidez e apoiador da redução das taxas de juros.
Resumindo: ele é o homem que os mercados gostam. - Mas, assim que o presidente Trump comentou: "Quero mantê-lo onde está" (ou seja, não transferi-lo para o Fed),
a hipótese de "liquidez fácil" que os mercados já estavam começando a precificar desabou. - Análise profunda: O ouro, Bitcoin e ações tecnológicas moveram-se na mesma direção e com tamanha violência que nos revelam uma verdade fundamental sobre a estrutura atual do mercado:
Não estamos vivendo em um mercado movido apenas pelos lucros das empresas ou pela escassez de metais, mas sim em um mercado "viciado" em notícias de liquidez.
Quando os investidores perceberam que a "válvula" de estímulo monetário talvez não fosse aberta como esperavam, preferiram o dinheiro (dólar) e venderam tudo o mais. - Conclusão: Esses movimentos violentos são um lembrete de que o "macro" (economia macro) é o principal controlador no momento.
Não se deixe levar pelo pânico momentâneo, pois os mercados sempre exageram suas reações,
mas entenda a mensagem: A liquidez é rei, e qualquer ameaça a ela significa volatilidade acentuada.
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Todas as bolsas ficaram vermelhas ontem numa queda coletiva estranha nos mercados financeiros.
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Os mercados não gostam de surpresas, mas odeiam ainda mais a "decepção".
O que aconteceu de queda coletiva simultânea (Bitcoin, ouro, prata e Nasdaq) não foi uma venda aleatória,
mas uma "reavaliação" dura e rápida da realidade.
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Qual é a história?
Os mercados tinham grandes esperanças em "Kévin Hasset" como um possível candidato a liderar o Federal Reserve.
O homem é conhecido no meio financeiro por ser amigo da liquidez e apoiador da redução das taxas de juros.
Resumindo: ele é o homem que os mercados gostam.
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Mas, assim que o presidente Trump comentou:
"Quero mantê-lo onde está" (ou seja, não transferi-lo para o Fed),
a hipótese de "liquidez fácil" que os mercados já estavam começando a precificar desabou.
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Análise profunda:
O ouro, Bitcoin e ações tecnológicas moveram-se na mesma direção e com tamanha violência que nos revelam uma verdade fundamental sobre a estrutura atual do mercado:
Não estamos vivendo em um mercado movido apenas pelos lucros das empresas ou pela escassez de metais,
mas sim em um mercado "viciado" em notícias de liquidez.
Quando os investidores perceberam que a "válvula" de estímulo monetário talvez não fosse aberta como esperavam,
preferiram o dinheiro (dólar) e venderam tudo o mais.
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Conclusão:
Esses movimentos violentos são um lembrete de que o "macro" (economia macro) é o principal controlador no momento.
Não se deixe levar pelo pânico momentâneo,
pois os mercados sempre exageram suas reações,
mas entenda a mensagem:
A liquidez é rei, e qualquer ameaça a ela significa volatilidade acentuada.
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