Recentemente, analisei vários propostas de DAO, e quanto mais olhava, mais parecia estar lendo o manual de “quem consegue pegar a chave”… De fora, é uma atualização/financiamento, mas nos detalhes tudo é incentivo: como dividir o direito de voto, para quem delegar, qual a duração do período de calma, se a permissão de emergência é ativada com um clique. Em resumo, muitas discussões não são sobre ideais, mas sobre a estrutura de poder procurando o caminho mais fácil.



Na época em que as pontes entre blockchains foram hackeadas, um monte de gente no grupo começou a dizer “esperar pela confirmação”, e o mesmo aconteceu com os oráculos que reportaram erro, todos preferindo ir devagar para encontrar um ponto de consenso que possa assumir a culpa. Depois, ao olhar para as propostas com “comitê de segurança” ou “multisig temporário”, fica claro: quando o risco aparece, a governança tende a se concentrar mais, só que de uma forma mais suave na embalagem.

Agora, ao analisar votos, na verdade, olho primeiro quem propõe, quem pode vetar, quem tem permissão para desligar o sistema em caso de problema… Quanto a isso ser um avanço, já fica mais difícil de dizer.
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