Recentemente tenho revisitado alguns agregadores de rendimento, aquele APY na página parece bastante atraente, mas minha primeira reação agora não é "investir", e sim "de onde exatamente vem esse rendimento". Para ser claro, o contrato não será que está mais uma camada de empréstimo/re-pledge/interoperabilidade, quem garante que em uma situação de mercado extremo alguém vai cobrir? O contraparte é um protocolo na cadeia, o que é mais fácil de verificar, o que mais preocupa são aqueles "parceiros estratégicos" que escrevem de forma ambígua, no final você fica com uma promessa vazia. Do lado macroeconomia, ainda há discussões sobre expectativa de redução de juros, o índice do dólar junto com ativos de risco estão se comportando de forma errática, quanto mais essa ressonância emocional acontece, mais o APY parece um amplificador de ruído. Meu método de filtragem é bem simples: ao invés de olhar a taxa anualizada, primeiro observo o fluxo de dinheiro, clicando ao longo das chamadas de transação/contrato, se conseguir entender pelo menos três passos antes de pensar em investir, melhor; se não, nem perco meu tempo.

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