A “limpeza épica” de 2021 já passou pelo teste de resistência: na altura, a participação do poder de hashing da China caiu de mais de 65% para quase zero, o preço do Bitcoin foi drasticamente reduzido, mas a rede não quebrou e posteriormente iniciou um novo ciclo de alta. Hoje, a proibição é mais uma “normalização de desminagem” do que um golpe destrutivo.



Um, por que o mercado consegue resistir?

O poder de hashing já “deschinesizou”: os centros de poder de hashing globais já se transferiram. Os Estados Unidos (~38%), a Rússia (~15%) tornaram-se os principais centros, enquanto a participação da China atualmente é de apenas cerca de 14% (em terceiro lugar). Mesmo que a China faça uma “limpeza” novamente, o impacto na rede global de hashing será muito menor do que em 2021.

As ferramentas de mineração possuem alta liquidez: as máquinas de mineração são ativos que “vivem de energia elétrica”. A proibição apenas levará à relocação física das máquinas para o Oriente Médio, Ásia Central ou América do Norte, e o poder de hashing será recuperado em poucas semanas, não desaparecendo permanentemente.

Mudança no controle de precificação: atualmente, o preço do ativo é mais influenciado pelo fluxo de fundos de ETFs nos EUA, pela política do Federal Reserve e pelas posições de instituições financeiras. A influência marginal dos investidores de varejo e mineradores chineses na precificação global já diminuiu significativamente.

Dois, que impacto isso realmente terá?

Dor de curto prazo (preço e pressão de venda): o fechamento de fazendas de mineração levará os mineradores a venderem suas reservas de moedas para cobrir custos de relocação (eletricidade, transporte). Em ciclos de baixa, isso aumentará a pressão de queda, mas geralmente se manifesta como uma “queda profunda” e não uma “zeragem”.

Aumento de custos a longo prazo: a eletricidade barata na China foi um diferencial de custo para mineração global. A relocação para regiões com tarifas mais altas elevará sistematicamente o “custo de produção” do Bitcoin (atualmente entre 30.000 e 40.000 dólares), o que se tornará uma linha de suporte importante para o preço a longo prazo.

Rede mais descentralizada: com o poder de hashing distribuído de forma mais uniforme globalmente, o risco de centralização devido às políticas de um único país diminui, fortalecendo a segurança da rede.

Três, o único risco de “colapso”

O verdadeiro colapso só existe para os especuladores altamente alavancados. Se você usou 10x ou 20x de alavancagem para comprar, uma volatilidade de 20%-30% provocada pela proibição pode liquidar sua posição e zerar seu saldo. Mas, para a rede Bitcoin em si e para os detentores de longo prazo, isso é apenas mais uma rodada de reestruturação regulatória cíclica.

Conclusão: encare a proibição como uma “grande migração de poder de hashing”, não como o “fim do mercado”. Ela tornará a mineração mais cara e mais globalizada, mas não destruirá uma rede global avaliada em trilhões de dólares. #Gate广场四月发帖挑战
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