Elas são chamadas de terras raras, mas não são raras.


A maioria delas é tão comum na crosta terrestre quanto o cobre ou o níquel. Grandes depósitos existem nos EUA, Austrália, Brasil.
Em 1992, Deng Xiaoping visitou uma mina na Mongólia Interior e disse “o Oriente Médio tem petróleo, a China tem terras raras”.
Três anos depois, a General Motors vendeu a única empresa dos EUA que fabricava ímanes para mísseis americanos. O comprador parecia americano, um grupo de investimento liderado pelo filho do procurador do Watergate. Mas por trás estavam duas empresas estatais chinesas, ambas geridas por filhos de Deng Xiaoping.
O governo dos EUA aprovou. A única condição era manter os empregos e o equipamento por 10 anos.
Eles esperaram, depois desmontaram as fábricas de Indiana, colocaram o equipamento em paletes e enviaram para Tianjin. Até 2004, todas as fábricas nos EUA tinham desaparecido.
A China agora controla 90% do refino global de terras raras porque construiu a infraestrutura de processamento enquanto o Ocidente deixou as suas próprias fecharem.
A única mina de terras raras dos EUA acabou por reabrir. Mas durante anos, ela extraía minério e enviava para a China ser transformado em algo utilizável, porque não havia outro lugar para fazer isso.
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