A história mostra-nos que contar com o Federal Reserve para cortar taxas não é exatamente um território novo para os presidentes dos EUA. Trump está a fazê-lo agora, mas dificilmente é o primeiro. Nixon e LBJ ambos seguiram agendas semelhantes—apenas mantiveram-na em segredo. Por trás de portas fechadas, fora do olhar público, os negócios foram feitos.
Aqui está a reviravolta: Trump está a jogar de forma diferente. Está a fazer isto de forma aberta, a tornar o debate público. Parece audacioso, certo? Mas há um problema. Tornar pública a pressão do banco central traz riscos reais. Quando fazes a luta visível, arriscas minar a narrativa de independência do Fed—e o mercado nota. A credibilidade importa. No momento em que as pessoas começam a ver a presidência como a manipular diretamente a política monetária, a confiança fica instável.
O manual mudou. Nixon e LBJ entendiam a importância da aparência. Lidaram com isso discretamente, preservando a aparência de autonomia do Fed mesmo enquanto puxavam os cordelinhos nos bastidores. A abordagem de Trump? Desafia esse antigo acordo de cavalheiros. Se essa jogada resulta ou explode na cara dele pode transformar a forma como futuros presidentes abordam o banco central.
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GamefiHarvester
· 8h atrás
哈,又来搞Fed?História é só um ciclo
A mesma jogada, Nixon e LBJ já fizeram, só que não tão ostensivamente. Trump desta vez virou a mesa, o que será que ele quer... o mercado já percebeu
O estranho é exatamente aí — quanto mais você pressiona abertamente, mais fácil é ser descoberto. Assim que a camada de independência do Fed se rompe, ninguém mais acredita nas cartas que vêm depois
Mas, falando nisso, essa fachada de manter a "autonomia" já devia ter sido rasgada há muito tempo, né? Afinal, todos estão manipulando, por que fingir?
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AirdropHarvester
· 10h atrás
Este colega finalmente revelou as regras não escritas... Antes era tudo por trás das cortinas, agora é direto na frente, o mercado ainda consegue se manter estável?
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MEVHunterWang
· 10h atrás
Haha, esta jogada do Trump é realmente genial, ou seja, expor as regras não escritas, já que de qualquer forma vão fazer, por que não fazer diretamente... Mas a reação do mercado realmente foi um pouco covarde, culpa da transparência que destruiu a confiança.
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OnChainSleuth
· 10h atrás
Esta jogada de Trump realmente é diferente, mas, para ser honesto, abordar diretamente o banco central tem um risco um pouco elevado.
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TooScaredToSell
· 10h atrás
Haha, esta é mesmo a verdade, antes jogávamos às escondidas, Trump decidiu jogar de frente, o que parece mais honesto? Mas jogar assim realmente é arriscado, assim que o mercado percebe, perde a confiança.
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UncommonNPC
· 10h atrás
Haha, esta é a diferença, a geração mais velha ainda sabe esconder as cartas, agora eles simplesmente abrem o microfone e confrontam o banco central, deixando o mercado todo em pânico.
A história mostra-nos que contar com o Federal Reserve para cortar taxas não é exatamente um território novo para os presidentes dos EUA. Trump está a fazê-lo agora, mas dificilmente é o primeiro. Nixon e LBJ ambos seguiram agendas semelhantes—apenas mantiveram-na em segredo. Por trás de portas fechadas, fora do olhar público, os negócios foram feitos.
Aqui está a reviravolta: Trump está a jogar de forma diferente. Está a fazer isto de forma aberta, a tornar o debate público. Parece audacioso, certo? Mas há um problema. Tornar pública a pressão do banco central traz riscos reais. Quando fazes a luta visível, arriscas minar a narrativa de independência do Fed—e o mercado nota. A credibilidade importa. No momento em que as pessoas começam a ver a presidência como a manipular diretamente a política monetária, a confiança fica instável.
O manual mudou. Nixon e LBJ entendiam a importância da aparência. Lidaram com isso discretamente, preservando a aparência de autonomia do Fed mesmo enquanto puxavam os cordelinhos nos bastidores. A abordagem de Trump? Desafia esse antigo acordo de cavalheiros. Se essa jogada resulta ou explode na cara dele pode transformar a forma como futuros presidentes abordam o banco central.