Lembro-me claramente da sensação quando o saldo da conta saltou de 50 mil para 635 mil — o coração quase saiu do peito. Foram apenas 60 dias. Antes de dormir, verificava as velas, e ao acordar, a primeira coisa era olhar o ranking de ganhos. Naquela época, minha cabeça estava cheia de pensamentos sobre carros de luxo, mansões, e até escrevi uma frase no meu círculo de amigos que achava que era muito forte: ganhar dinheiro é mais fácil do que respirar. A imagem era o gráfico de velas do Bitcoin — aquele que sobe direto ao céu.
Naquele momento, realmente acreditei que tinha decifrado alguma senha.
E o que aconteceu? Três meses depois, o Bitcoin começou a despencar sem aviso prévio, de 20 mil dólares. Meu saldo de 635 mil parecia ter sido sugado por um buraco negro, e em um instante, só restavam 8 mil na conta de contratos. Nem dava para pagar a taxa de corretagem. Na tela, aquela mensagem vermelha "Liquidado", eu fiquei meia hora olhando, sem conseguir pensar direito. Naquela noite, finalmente entendi: coisas que chegam rápido, também podem levar embora de forma muito definitiva.
Nestes oito anos, vi muitas coisas. Algumas pessoas gritam "fé" na alta, e na baixa se tornam "obrigadas a assumir a posição". Conheci um amigo que, em 2021, colocou a casa toda como garantia e foi "all in" em uma moeda quente, e quando ela multiplicou por oito, não quis vender para realizar o lucro, acabando por ser forçado a liquidar a posição, até a casa foi junto. Ouvi histórias assim mais de dez vezes.
Depois, comecei a refletir seriamente sobre esses oito anos. Descobri um padrão: quem realmente sobreviveu a mais de três ciclos de alta e baixa no mercado de criptomoedas, nunca depende de operações milagrosas, mas sim da habilidade de sobreviver.
Comecei a transformar aquela atitude de apostador que tinha, lentamente, em disciplina. Agora, minha estratégia de posições é assim: a posição principal é só Bitcoin e Ethereum, que são minhas âncoras; para operações de curto prazo, uso trading de grade para acompanhar o ritmo; e para especulação, arrisco em moedas de alto risco. Algumas pessoas acham minha estratégia meio monótona, dizem que sou muito conservador, como um aposentado. Mas, na minha opinião, essa estabilidade foi conquistada com uma taxa de matrícula de seis milhões, e vale a pena.
Tenho uma lição especial que quero passar para quem vem depois.
Em 2020, consegui escapar de uma crise em uma plataforma de segunda linha, não porque fosse muito inteligente, mas porque já tinha transferido cerca de 80% dos meus ativos para uma carteira fria. Se a moeda não está na sua mão, ela não é sua de verdade. Essa lógica parece simples, mas poucos realmente a praticam.
No mercado, todo dia aparecem "informações privilegiadas" voando: que uma moeda vai explodir, que um projeto vai fazer grandes movimentos, mas quem realmente consegue lucrar, são sempre aqueles que permanecem calmos, pacientes e sabem esperar. Não é segredo de investimento, é só autocontrole básico.
Minha conta, que começou com aqueles 8 mil, foi lentamente se recuperando até chegar ao valor atual. Não houve milagres, tudo foi feito seguindo regras e disciplina. O ritmo de ganho realmente não é mais o mesmo de antes, mas cada lucro que consigo, seguro na minha mão. Essa sensação não é igual àquela de acelerar o coração na época, mas é muito mais segura.
A maior lição que o mercado de criptomoedas me ensinou? É esta: ganhar rápido não é habilidade, saber manter o que ganhou é que é o verdadeiro talento.
Hoje, não busco mais histórias de moedas que multiplicam por cem vezes. Quero apenas usar a experiência que acumulei ao longo desses anos para ajudar mais pessoas a atravessar essa tempestade com segurança. Antes, eu tropeçava sozinho na escuridão; agora, a luz está na minha mão, sempre acesa. Você quer vir comigo?
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#Strategy加仓BTC Isso foi no auge do verão de 2019.
Lembro-me claramente da sensação quando o saldo da conta saltou de 50 mil para 635 mil — o coração quase saiu do peito. Foram apenas 60 dias. Antes de dormir, verificava as velas, e ao acordar, a primeira coisa era olhar o ranking de ganhos. Naquela época, minha cabeça estava cheia de pensamentos sobre carros de luxo, mansões, e até escrevi uma frase no meu círculo de amigos que achava que era muito forte: ganhar dinheiro é mais fácil do que respirar. A imagem era o gráfico de velas do Bitcoin — aquele que sobe direto ao céu.
Naquele momento, realmente acreditei que tinha decifrado alguma senha.
E o que aconteceu? Três meses depois, o Bitcoin começou a despencar sem aviso prévio, de 20 mil dólares. Meu saldo de 635 mil parecia ter sido sugado por um buraco negro, e em um instante, só restavam 8 mil na conta de contratos. Nem dava para pagar a taxa de corretagem. Na tela, aquela mensagem vermelha "Liquidado", eu fiquei meia hora olhando, sem conseguir pensar direito. Naquela noite, finalmente entendi: coisas que chegam rápido, também podem levar embora de forma muito definitiva.
Nestes oito anos, vi muitas coisas. Algumas pessoas gritam "fé" na alta, e na baixa se tornam "obrigadas a assumir a posição". Conheci um amigo que, em 2021, colocou a casa toda como garantia e foi "all in" em uma moeda quente, e quando ela multiplicou por oito, não quis vender para realizar o lucro, acabando por ser forçado a liquidar a posição, até a casa foi junto. Ouvi histórias assim mais de dez vezes.
Depois, comecei a refletir seriamente sobre esses oito anos. Descobri um padrão: quem realmente sobreviveu a mais de três ciclos de alta e baixa no mercado de criptomoedas, nunca depende de operações milagrosas, mas sim da habilidade de sobreviver.
Comecei a transformar aquela atitude de apostador que tinha, lentamente, em disciplina. Agora, minha estratégia de posições é assim: a posição principal é só Bitcoin e Ethereum, que são minhas âncoras; para operações de curto prazo, uso trading de grade para acompanhar o ritmo; e para especulação, arrisco em moedas de alto risco. Algumas pessoas acham minha estratégia meio monótona, dizem que sou muito conservador, como um aposentado. Mas, na minha opinião, essa estabilidade foi conquistada com uma taxa de matrícula de seis milhões, e vale a pena.
Tenho uma lição especial que quero passar para quem vem depois.
Em 2020, consegui escapar de uma crise em uma plataforma de segunda linha, não porque fosse muito inteligente, mas porque já tinha transferido cerca de 80% dos meus ativos para uma carteira fria. Se a moeda não está na sua mão, ela não é sua de verdade. Essa lógica parece simples, mas poucos realmente a praticam.
No mercado, todo dia aparecem "informações privilegiadas" voando: que uma moeda vai explodir, que um projeto vai fazer grandes movimentos, mas quem realmente consegue lucrar, são sempre aqueles que permanecem calmos, pacientes e sabem esperar. Não é segredo de investimento, é só autocontrole básico.
Minha conta, que começou com aqueles 8 mil, foi lentamente se recuperando até chegar ao valor atual. Não houve milagres, tudo foi feito seguindo regras e disciplina. O ritmo de ganho realmente não é mais o mesmo de antes, mas cada lucro que consigo, seguro na minha mão. Essa sensação não é igual àquela de acelerar o coração na época, mas é muito mais segura.
A maior lição que o mercado de criptomoedas me ensinou? É esta: ganhar rápido não é habilidade, saber manter o que ganhou é que é o verdadeiro talento.
Hoje, não busco mais histórias de moedas que multiplicam por cem vezes. Quero apenas usar a experiência que acumulei ao longo desses anos para ajudar mais pessoas a atravessar essa tempestade com segurança. Antes, eu tropeçava sozinho na escuridão; agora, a luz está na minha mão, sempre acesa. Você quer vir comigo?