Os órgãos reguladores do Brasil recentemente atualizaram os dados de declaração de ativos digitais (divulgados em setembro), após uma pausa de aproximadamente três meses na atualização. Esses dados revelam alguns sinais interessantes — no mês, um total de 4,58 milhões de indivíduos e 92 mil empresas participaram na declaração de transações com criptomoedas, embora em comparação com agosto tenha havido uma ligeira queda, o envolvimento ainda é bastante significativo.
Do ponto de vista da estrutura de transações, o papel das stablecoins permanece inabalável. O USDT lidera com um volume de negócios de aproximadamente 15,7 bilhões de reais, quase seis vezes o volume de Bitcoin, que é de cerca de 2,46 bilhões de reais. O que isso indica? Na prática, a demanda por stablecoins supera as expectativas — seja como ferramenta de proteção contra riscos ou como contraparte de negociação, a utilidade das stablecoins já se enraizou no ecossistema de criptomoedas do mercado sul-americano. Embora o Bitcoin seja altamente considerado como ativo de referência, sua participação nas atividades de transação diárias é relativamente pequena, e essa comparação merece uma reflexão cuidadosa por parte dos participantes do mercado.
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MEVHunterLucky
· 7h atrás
Stablecoins esmagam o BTC em seis vezes, esses números são realmente incríveis... Aqui na América do Sul, já estão usando o USDT como moeda fiduciária?
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fork_in_the_road
· 7h atrás
Stablecoins esmagam o BTC em seis vezes, estes dados são incríveis... Parece que todos ainda confiam mais em coisas que podem ser convertidas em dinheiro.
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SadMoneyMeow
· 7h atrás
Stablecoins esmagam o Bitcoin em 6 vezes, a realidade do mercado sul-americano é um pouco dolorosa...
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4,58 milhões ainda estão jogando, parece que os brasileiros ainda têm interesse na moeda
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USDT domina com 157 bilhões de reais, enquanto o BTC tem apenas 24,6 bilhões? Essa diferença... o status do Bitcoin não é tão sólido quanto se imagina
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Resumindo, as stablecoins são mais práticas, o Bitcoin é mais uma questão de contar histórias
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Sem atualizações há três meses, esse tipo de interrupção é chato para qualquer um, pelo menos voltou a divulgar os dados
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O comportamento de negociação na América do Sul é tão pragmático? Tudo usando USDT para hedge, ainda é especulação?
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A diferença de seis vezes o que significa? O público só quer realizar lucros, ninguém realmente acredita no Bitcoin
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A participação diminuiu? Ainda assim, 4,58 milhões? O mercado no Brasil é realmente grande
Os órgãos reguladores do Brasil recentemente atualizaram os dados de declaração de ativos digitais (divulgados em setembro), após uma pausa de aproximadamente três meses na atualização. Esses dados revelam alguns sinais interessantes — no mês, um total de 4,58 milhões de indivíduos e 92 mil empresas participaram na declaração de transações com criptomoedas, embora em comparação com agosto tenha havido uma ligeira queda, o envolvimento ainda é bastante significativo.
Do ponto de vista da estrutura de transações, o papel das stablecoins permanece inabalável. O USDT lidera com um volume de negócios de aproximadamente 15,7 bilhões de reais, quase seis vezes o volume de Bitcoin, que é de cerca de 2,46 bilhões de reais. O que isso indica? Na prática, a demanda por stablecoins supera as expectativas — seja como ferramenta de proteção contra riscos ou como contraparte de negociação, a utilidade das stablecoins já se enraizou no ecossistema de criptomoedas do mercado sul-americano. Embora o Bitcoin seja altamente considerado como ativo de referência, sua participação nas atividades de transação diárias é relativamente pequena, e essa comparação merece uma reflexão cuidadosa por parte dos participantes do mercado.