Pagamento gigante Visa divulga sua estratégia de stablecoins, cujo foco principal é integrar a rede global de pagamentos, e não substituí-la
Recentemente, o responsável pelos negócios de criptomoedas da Visa, Cuy Sheffield, afirmou que a empresa está ativamente integrando stablecoins em sua rede global de pagamentos, considerando isso uma estratégia-chave para consolidar sua posição de liderança no mercado.
Ele admitiu que, embora a circulação total de stablecoins (como USDT, que já ultrapassou US$ 187 bilhões) tenha crescido significativamente, sua aceitação direta por comerciantes tradicionais ainda é bastante limitada.
Portanto, os provedores de serviços de stablecoins precisam aproveitar uma vasta rede de pagamentos para alcançar a adoção pelos usuários; e os canais já existentes da Visa atendem exatamente a essa necessidade, tornando-se assim seu ponto de entrada principal.
Atualmente, os negócios de liquidação de stablecoins da Visa demonstram um forte ritmo de crescimento, com um volume processado anualizado de US$ 4,5 bilhões, crescendo mês a mês de forma significativa.
A demanda por esses serviços vem principalmente de emissores de cartões de pagamento vinculados a stablecoins, indicando que, no campo de pagamentos de consumo, as stablecoins ainda dependem fortemente da conexão com a arquitetura tradicional de cartões.
Além disso, com gigantes tradicionais do setor financeiro como Goldman Sachs e UBS entrando na tendência de lançar suas próprias stablecoins, isso reforça a confiança de Sheffield na perspectiva de desenvolvimento das stablecoins em euros. Ele destacou que stablecoins apoiadas por várias moedas fiduciárias irão impulsionar essa indústria rumo à maturidade.
Em resumo, a estratégia da Visa evidencia claramente que essa gigante de pagamentos está focada em atuar como uma ponte e facilitadora indispensável entre a rede tradicional de cartões bancários e as novas camadas de liquidação baseadas em blockchain, buscando manter o controle central do fluxo global de pagamentos na era das moedas digitais.
#Visa #stablecoins
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Pagamento gigante Visa divulga sua estratégia de stablecoins, cujo foco principal é integrar a rede global de pagamentos, e não substituí-la
Recentemente, o responsável pelos negócios de criptomoedas da Visa, Cuy Sheffield, afirmou que a empresa está ativamente integrando stablecoins em sua rede global de pagamentos, considerando isso uma estratégia-chave para consolidar sua posição de liderança no mercado.
Ele admitiu que, embora a circulação total de stablecoins (como USDT, que já ultrapassou US$ 187 bilhões) tenha crescido significativamente, sua aceitação direta por comerciantes tradicionais ainda é bastante limitada.
Portanto, os provedores de serviços de stablecoins precisam aproveitar uma vasta rede de pagamentos para alcançar a adoção pelos usuários; e os canais já existentes da Visa atendem exatamente a essa necessidade, tornando-se assim seu ponto de entrada principal.
Atualmente, os negócios de liquidação de stablecoins da Visa demonstram um forte ritmo de crescimento, com um volume processado anualizado de US$ 4,5 bilhões, crescendo mês a mês de forma significativa.
A demanda por esses serviços vem principalmente de emissores de cartões de pagamento vinculados a stablecoins, indicando que, no campo de pagamentos de consumo, as stablecoins ainda dependem fortemente da conexão com a arquitetura tradicional de cartões.
Além disso, com gigantes tradicionais do setor financeiro como Goldman Sachs e UBS entrando na tendência de lançar suas próprias stablecoins, isso reforça a confiança de Sheffield na perspectiva de desenvolvimento das stablecoins em euros. Ele destacou que stablecoins apoiadas por várias moedas fiduciárias irão impulsionar essa indústria rumo à maturidade.
Em resumo, a estratégia da Visa evidencia claramente que essa gigante de pagamentos está focada em atuar como uma ponte e facilitadora indispensável entre a rede tradicional de cartões bancários e as novas camadas de liquidação baseadas em blockchain, buscando manter o controle central do fluxo global de pagamentos na era das moedas digitais.
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