Os fundos institucionais estão entrando no Web3, e qual é a maior preocupação? Simplificando, são duas palavras—segurança. Quando os ativos são armazenados na cadeia, quem os protegerá? Como garantir que não serão alvo de hackers? Essas questões têm respostas padrão no setor financeiro tradicional, mas no espaço cripto, sempre foram um ponto sensível.
A Fundação Dusk lançou recentemente um serviço de custódia de ativos digitais, com o objetivo de resolver essa questão. A lógica central da solução é simples: colaborar com instituições que já possuem licenças regulatórias financeiras para estabelecer um sistema de custódia conjunta. Assim, combina o respaldo de conformidade do setor financeiro tradicional com suporte para armazenamento e liquidação de ativos na cadeia. Atualmente, bancos europeus, exchanges centralizadas e outras plataformas de negociação já aderiram. Por que esses grandes players podem ser atraídos? Eles realmente investiram na parte técnica. Assinatura múltipla com armazenamento frio é a operação básica, mas também introduziram esquemas de criptografia de conhecimento zero—essa tecnologia garante que as chaves privadas nunca sejam expostas, prevenindo fundamentalmente roubos. Além disso, todos os parceiros devem cumprir rigorosamente as regulamentações europeias como MiCA e o regime piloto DLT, fortalecendo ainda mais a conformidade. A cobertura do serviço é bastante ampla—títulos digitais, ativos tokenizados RWA e todos os tipos de ativos que requerem custódia podem ser acomodados. Isso realmente resolve um grande problema para as instituições que buscam transferir ativos tradicionais para a cadeia. Do ponto de vista do ecossistema, o que isso traz para toda a rede? Primeiro, uma fonte de receita estável ao nível institucional. O uso de serviços de custódia gera taxas, que fluem para os participantes da rede. Segundo, aumenta a credibilidade—ter o respaldo de instituições financeiras europeias muda a posição do ecossistema aos olhos do setor financeiro tradicional. À medida que a onda de tokenização de ativos esquenta, a demanda por custódia compatível sem dúvida continuará a crescer. Espera-se que essas soluções se tornem uma parte fundamental da infraestrutura Web3 da Europa, e o valor dos tokens que suportam esse ecossistema também aumentará proporcionalmente. Em última análise, quem conseguir resolver primeiro a questão da confiança para a entrada institucional terá a palavra na próxima fase.
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Os fundos institucionais estão entrando no Web3, e qual é a maior preocupação? Simplificando, são duas palavras—segurança. Quando os ativos são armazenados na cadeia, quem os protegerá? Como garantir que não serão alvo de hackers? Essas questões têm respostas padrão no setor financeiro tradicional, mas no espaço cripto, sempre foram um ponto sensível.
A Fundação Dusk lançou recentemente um serviço de custódia de ativos digitais, com o objetivo de resolver essa questão. A lógica central da solução é simples: colaborar com instituições que já possuem licenças regulatórias financeiras para estabelecer um sistema de custódia conjunta. Assim, combina o respaldo de conformidade do setor financeiro tradicional com suporte para armazenamento e liquidação de ativos na cadeia. Atualmente, bancos europeus, exchanges centralizadas e outras plataformas de negociação já aderiram.
Por que esses grandes players podem ser atraídos? Eles realmente investiram na parte técnica. Assinatura múltipla com armazenamento frio é a operação básica, mas também introduziram esquemas de criptografia de conhecimento zero—essa tecnologia garante que as chaves privadas nunca sejam expostas, prevenindo fundamentalmente roubos. Além disso, todos os parceiros devem cumprir rigorosamente as regulamentações europeias como MiCA e o regime piloto DLT, fortalecendo ainda mais a conformidade.
A cobertura do serviço é bastante ampla—títulos digitais, ativos tokenizados RWA e todos os tipos de ativos que requerem custódia podem ser acomodados. Isso realmente resolve um grande problema para as instituições que buscam transferir ativos tradicionais para a cadeia.
Do ponto de vista do ecossistema, o que isso traz para toda a rede? Primeiro, uma fonte de receita estável ao nível institucional. O uso de serviços de custódia gera taxas, que fluem para os participantes da rede. Segundo, aumenta a credibilidade—ter o respaldo de instituições financeiras europeias muda a posição do ecossistema aos olhos do setor financeiro tradicional.
À medida que a onda de tokenização de ativos esquenta, a demanda por custódia compatível sem dúvida continuará a crescer. Espera-se que essas soluções se tornem uma parte fundamental da infraestrutura Web3 da Europa, e o valor dos tokens que suportam esse ecossistema também aumentará proporcionalmente. Em última análise, quem conseguir resolver primeiro a questão da confiança para a entrada institucional terá a palavra na próxima fase.