O mercado de hoje foi verdadeiramente emocionante, especialmente o desempenho do setor de commodities, que se destacou de forma brilhante. Os três metais preciosos, ouro, prata e platina, atingiram novos máximos históricos ao mesmo tempo, refletindo não apenas uma subida de preços, mas também profundas mudanças na preferência de risco global e na estrutura de oferta.
Metais preciosos em festa, riscos geopolíticos e escassez de oferta impulsionam o mercado
Ouro, prata e platina atingiram ontem níveis históricos. O ouro chegou a tocar US$ 4525/oz, a prata subiu para US$ 72,65/oz, e a platina atingiu US$ 2378/oz. Essa alta não foi por acaso, sendo impulsionada por um aumento nos riscos geopolíticos, uma oferta global contínua e apertada, e uma maior alocação de investidores institucionais.
O cobre também não ficou atrás, rompendo ontem a barreira de US$ 12.000 e hoje continuando a subir até US$ 12213, um aumento de 0,96%. Curiosamente, o impulso para a alta do cobre é bastante específico: por um lado, expectativas de tarifas incentivam traders a importar cobre para os EUA, aumentando as importações e intensificando a competição global; por outro, minas na América, África e Ásia reduziram a produção, criando uma grave escassez de oferta no mercado.
Ações americanas, embora em leve queda, atingem novo recorde no S&P 500
Antes da abertura em 24 de dezembro, os futuros dos principais índices estavam um pouco fracos. Os futuros do Dow caíram 0,07%, o S&P 500 e o Nasdaq 100 caíram 0,09% cada. As ações de tecnologia mais populares tiveram desempenho variado, com Nvidia (NVDA) caindo 0,29% e Tesla (TSLA) subindo ligeiramente 0,21%.
No entanto, vale destacar que o índice S&P 500 fechou ontem em 6909 pontos, atingindo uma nova máxima histórica de fechamento. Esse otimismo já se refletiu nos mercados asiáticos. Além disso, devido ao feriado de Natal, os mercados americanos fecharão 3 horas mais cedo hoje, o que pode limitar a volatilidade.
Dólar australiano sobe forte, expectativa de aumento de juros impulsiona cotação a nível de um ano
O dólar australiano/dólar americano subiu por três dias consecutivos, atingindo momentaneamente 0,6717, a maior cotação desde outubro de 2024. Isso reflete uma reavaliação dos traders sobre a perspectiva de aumento de juros pelo Banco Central da Austrália — a expectativa mais recente é que o ciclo de alta possa começar em junho de 2026. O Banco da Reserva da Austrália (RBA) tem uma visão mais otimista, prevendo que o dólar australiano pode ultrapassar 0,68 até o final do ano.
Perspectivas para 2026: Goldman Sachs vê continuação do mercado de alta global, com retorno total de 15%
Após o índice S&P 500 atingir uma nova máxima de fechamento ontem, a Goldman Sachs publicou suas perspectivas para o mercado de ações global em 2026. O banco acredita que o mercado de ações global entrou em uma fase otimista de mercado de alta, com lucros corporativos sustentando a tendência até 2026. Se incluir os dividendos, a expectativa de retorno total pode chegar a 15%. Essa previsão otimista pode oferecer algum suporte psicológico diante da recente volatilidade do mercado.
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Ouro, prata e cobre atingem máximos históricos, que sinais estão escondidos por trás da agitação no mercado global de commodities?
O mercado de hoje foi verdadeiramente emocionante, especialmente o desempenho do setor de commodities, que se destacou de forma brilhante. Os três metais preciosos, ouro, prata e platina, atingiram novos máximos históricos ao mesmo tempo, refletindo não apenas uma subida de preços, mas também profundas mudanças na preferência de risco global e na estrutura de oferta.
Metais preciosos em festa, riscos geopolíticos e escassez de oferta impulsionam o mercado
Ouro, prata e platina atingiram ontem níveis históricos. O ouro chegou a tocar US$ 4525/oz, a prata subiu para US$ 72,65/oz, e a platina atingiu US$ 2378/oz. Essa alta não foi por acaso, sendo impulsionada por um aumento nos riscos geopolíticos, uma oferta global contínua e apertada, e uma maior alocação de investidores institucionais.
O cobre também não ficou atrás, rompendo ontem a barreira de US$ 12.000 e hoje continuando a subir até US$ 12213, um aumento de 0,96%. Curiosamente, o impulso para a alta do cobre é bastante específico: por um lado, expectativas de tarifas incentivam traders a importar cobre para os EUA, aumentando as importações e intensificando a competição global; por outro, minas na América, África e Ásia reduziram a produção, criando uma grave escassez de oferta no mercado.
Ações americanas, embora em leve queda, atingem novo recorde no S&P 500
Antes da abertura em 24 de dezembro, os futuros dos principais índices estavam um pouco fracos. Os futuros do Dow caíram 0,07%, o S&P 500 e o Nasdaq 100 caíram 0,09% cada. As ações de tecnologia mais populares tiveram desempenho variado, com Nvidia (NVDA) caindo 0,29% e Tesla (TSLA) subindo ligeiramente 0,21%.
No entanto, vale destacar que o índice S&P 500 fechou ontem em 6909 pontos, atingindo uma nova máxima histórica de fechamento. Esse otimismo já se refletiu nos mercados asiáticos. Além disso, devido ao feriado de Natal, os mercados americanos fecharão 3 horas mais cedo hoje, o que pode limitar a volatilidade.
Dólar australiano sobe forte, expectativa de aumento de juros impulsiona cotação a nível de um ano
O dólar australiano/dólar americano subiu por três dias consecutivos, atingindo momentaneamente 0,6717, a maior cotação desde outubro de 2024. Isso reflete uma reavaliação dos traders sobre a perspectiva de aumento de juros pelo Banco Central da Austrália — a expectativa mais recente é que o ciclo de alta possa começar em junho de 2026. O Banco da Reserva da Austrália (RBA) tem uma visão mais otimista, prevendo que o dólar australiano pode ultrapassar 0,68 até o final do ano.
Perspectivas para 2026: Goldman Sachs vê continuação do mercado de alta global, com retorno total de 15%
Após o índice S&P 500 atingir uma nova máxima de fechamento ontem, a Goldman Sachs publicou suas perspectivas para o mercado de ações global em 2026. O banco acredita que o mercado de ações global entrou em uma fase otimista de mercado de alta, com lucros corporativos sustentando a tendência até 2026. Se incluir os dividendos, a expectativa de retorno total pode chegar a 15%. Essa previsão otimista pode oferecer algum suporte psicológico diante da recente volatilidade do mercado.