Quantos de fato são as criptomoedas? Três níveis essenciais para iniciantes compreenderem
Criptomoeda é um conceito que parece complexo, mas na verdade pode ser dividido em três níveis de entendimento.
De forma ampla, a criptomoeda abrange várias formas, como dinheiro eletrônico, moedas virtuais, entre outras, cuja característica principal é a contabilidade digital, armazenada e circulando por sistemas eletrônicos, com a conveniência de transações instantâneas e transferências internacionais. As transações que você faz atualmente pelo Alipay, PayPal, por exemplo, enquadram-se nesta categoria.
Porém, o que os investidores chamam de “criptomoeda” refere-se na prática a criptomoeda digital. Este tipo de ativo não depende de nenhuma instituição central, sendo gerado com base em criptografia e tecnologia P2P, emitido e circulando na internet. Simplificando, é uma nova classe de ativos totalmente movida por regras de código.
Atualmente, o ecossistema global de criptomoedas já está bastante desenvolvido — mais de 20.000 ativos criptográficos em circulação, com volume de negociações diárias ultrapassando centenas de bilhões de dólares, mais de 3 bilhões de usuários no mundo, e mais de 18.000 comerciantes aceitando pagamentos em criptomoedas. Esses dados refletem a evolução das criptomoedas, que passaram de experimentos marginais a instrumentos financeiros mainstream.
Dois grandes ramos das criptomoedas
Forma centralizada é emitida e gerenciada por uma instituição específica (como PayPal ou bancos centrais), por exemplo, o yuan digital chinês.
Forma descentralizada é o que realmente devemos focar como objeto de investimento, incluindo ativos como Bitcoin(BTC), Ethereum(ETH), Ripple(XRP), entre outros. Esses ativos são mantidos por uma rede de nós, sem controle de uma única entidade, apresentando maior transparência e resistência à censura.
De acordo com a capitalização de mercado, as criptomoedas descentralizadas podem ser divididas em três níveis: grandes moedas (como BTC, ETH), com riscos relativamente controlados, ideais para iniciantes; moedas de médio porte, com maior volatilidade e potencial de crescimento; e moedas de pequeno valor de mercado, com liquidez escassa, propensas a quedas abruptas e riscos elevados.
Quais são as vantagens reais e as limitações das criptomoedas?
Vantagens: por que as criptomoedas merecem atenção
Transparência e imutabilidade das regras — as regras de emissão estão codificadas, impossíveis de serem alteradas por qualquer projeto, evitando a inflação descontrolada típica das moedas tradicionais.
Segurança máxima nas transações — usando o mecanismo de consenso da blockchain, cada transação é verificada por toda a rede, garantindo total transparência e custos mínimos. Uma vez registrada na cadeia, a transação é definitiva e não pode ser revertida.
Alta liquidez e flexibilidade — as criptomoedas podem circular livremente entre usuários, sem restrições geográficas, suportando transferências internacionais instantâneas. Algumas moedas (como BTC) já são usadas em transações imobiliárias e outros cenários reais.
Custos de transação significativamente menores — comparado ao sistema bancário, as transferências em criptomoedas têm taxas mais baixas e são mais rápidas. Especialmente em transferências internacionais, essa vantagem é evidente.
Política monetária mais direta pelo banco central — no futuro, as CBDCs (Moedas Digitais de Banco Central) poderão dispensar intermediários, permitindo que o banco central transfira fundos diretamente aos cidadãos, aumentando a eficiência na implementação de políticas.
Riscos e vulnerabilidades: três fraquezas que não podem ser ignoradas
Pressão deflacionária natural — por ter quantidade fixa, não aumenta com o crescimento econômico, podendo gerar deflação a longo prazo, o que não é favorável ao desenvolvimento econômico.
Alta volatilidade e imprevisibilidade de preços — qualquer movimento no mercado pode causar picos ou quedas violentas, sem uma métrica de valor estável. Os investidores enfrentam uma incerteza elevada.
Segurança de armazenamento problemática — as criptomoedas só existem em carteiras digitais; perder a chave privada significa perda definitiva do ativo. Isso exige uma gestão de risco rigorosa por parte do usuário.
Estado atual do mercado: quais moedas merecem mais atenção?
De acordo com os dados mais recentes (até dezembro de 2025), o desempenho das principais criptomoedas é o seguinte:
Bitcoin(BTC) Preço atual: $87.73K, valor de mercado: $1.75T, ainda líder absoluto do mercado. Como a “ouro digital” das criptomoedas, possui maior reconhecimento, maior liquidez e maior participação de instituições.
Ethereum(ETH) Preço: $2.95K, valor de mercado: $355.72B, em segundo lugar. Como infraestrutura para DeFi, NFTs e jogos blockchain, sua aplicação ecológica é a mais diversificada. Após a atualização para PoS, sua escalabilidade e eficiência melhoraram significativamente.
Binance Coin(BNB) Preço: $845.80, valor de mercado: $116.50B. Como token da maior exchange do mundo, oferece benefícios como descontos nas taxas de negociação e mecanismos de queima de tokens, o que favorece sua valorização.
Solana(SOL) Preço: $122.72, valor de mercado: $69.03B. Representante de uma nova blockchain, destaca-se pelo alto desempenho em transações.
Stablecoin USDC Preço: $1.00, valor de mercado: $76.58B. Com paridade 1:1 com o dólar, é a melhor ferramenta para praticar negociações e proteção contra riscos.
Além disso, moedas de médio porte como Dogecoin(DOGE), Tron(TRX), continuam ativas.
Guia para iniciantes: como escolher de forma científica sua primeira moeda?
Dois princípios “não fazer”
Não invista em altcoins de baixa capitalização — especialmente aquelas fora do top 100, pois apresentam volatilidade extrema e risco de perda total.
Não escolha projetos com equipes anônimas e hype excessivo — na maioria das vezes, são esquemas de golpe, sem whitepaper ou aplicações reais.
Quatro categorias de moedas que valem atenção
Primeira fase: Bitcoin(BTC) — a escolha segura para começar
Como líder de mercado, o BTC tem a menor barreira de entrada (conceito simples), maior liquidez (facilidade de compra e venda) e maior respaldo institucional (Tesla, MicroStrategy, entre outros). Sua rede descentralizada baseada em PoW quase nunca foi atacada. Em tempos de instabilidade econômica global, o BTC é frequentemente usado como ativo de proteção.
Segunda fase: Ethereum(ETH) — estabilidade e potencial de crescimento
Ethereum é a base para a maioria de projetos DeFi, NFTs e jogos blockchain, com uma ecologia muito diversificada. Após a transição para PoS, sua escalabilidade aumentou e o consumo de energia caiu drasticamente, com grande potencial de crescimento a longo prazo. Como a segunda maior moeda por valor de mercado, sua profundidade de negociação é adequada para iniciantes.
Terceira fase: Binance Coin(BNB) — beneficiária do ecossistema de exchanges
A maior vantagem do BNB é sua utilidade — pode ser usado para pagar taxas com desconto, participar de lançamentos de novos tokens usando BNB. Como a Binance é a plataforma com maior volume de negociações globais, ela realiza recompras e queimas trimestrais de BNB com lucros, criando uma dinâmica deflacionária que favorece o preço a longo prazo. Sua volatilidade é relativamente baixa, sendo mais adequada para investidores conservadores.
Quarta fase: stablecoins(USDT, USDC) — campo de treino sem riscos
Iniciantes devem primeiro usar stablecoins para aprender a operar em exchanges, transferir e sacar fundos. USDT e USDC estão atreladas ao dólar 1:1, sem risco de volatilidade. USDC é mais transparente e recomendada. Stablecoins também podem ser usadas para proteção temporária ou para ganhar juros em plataformas de negociação.
Aviso especial sobre XRP
Ripple(XRP), embora focada em pagamentos transfronteiriços, com baixo custo e alta capacidade de processamento(1500 transações por segundo), apresenta maior centralização e ainda enfrenta uma disputa judicial com a SEC dos EUA, com alta volatilidade. Recomenda-se alocação mínima, como ativo de risco complementar.
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Comece do zero para entender as criptomoedas: dicas essenciais para investidores na escolha de moedas e guia de riscos
Quantos de fato são as criptomoedas? Três níveis essenciais para iniciantes compreenderem
Criptomoeda é um conceito que parece complexo, mas na verdade pode ser dividido em três níveis de entendimento.
De forma ampla, a criptomoeda abrange várias formas, como dinheiro eletrônico, moedas virtuais, entre outras, cuja característica principal é a contabilidade digital, armazenada e circulando por sistemas eletrônicos, com a conveniência de transações instantâneas e transferências internacionais. As transações que você faz atualmente pelo Alipay, PayPal, por exemplo, enquadram-se nesta categoria.
Porém, o que os investidores chamam de “criptomoeda” refere-se na prática a criptomoeda digital. Este tipo de ativo não depende de nenhuma instituição central, sendo gerado com base em criptografia e tecnologia P2P, emitido e circulando na internet. Simplificando, é uma nova classe de ativos totalmente movida por regras de código.
Atualmente, o ecossistema global de criptomoedas já está bastante desenvolvido — mais de 20.000 ativos criptográficos em circulação, com volume de negociações diárias ultrapassando centenas de bilhões de dólares, mais de 3 bilhões de usuários no mundo, e mais de 18.000 comerciantes aceitando pagamentos em criptomoedas. Esses dados refletem a evolução das criptomoedas, que passaram de experimentos marginais a instrumentos financeiros mainstream.
Dois grandes ramos das criptomoedas
Forma centralizada é emitida e gerenciada por uma instituição específica (como PayPal ou bancos centrais), por exemplo, o yuan digital chinês.
Forma descentralizada é o que realmente devemos focar como objeto de investimento, incluindo ativos como Bitcoin(BTC), Ethereum(ETH), Ripple(XRP), entre outros. Esses ativos são mantidos por uma rede de nós, sem controle de uma única entidade, apresentando maior transparência e resistência à censura.
De acordo com a capitalização de mercado, as criptomoedas descentralizadas podem ser divididas em três níveis: grandes moedas (como BTC, ETH), com riscos relativamente controlados, ideais para iniciantes; moedas de médio porte, com maior volatilidade e potencial de crescimento; e moedas de pequeno valor de mercado, com liquidez escassa, propensas a quedas abruptas e riscos elevados.
Quais são as vantagens reais e as limitações das criptomoedas?
Vantagens: por que as criptomoedas merecem atenção
Transparência e imutabilidade das regras — as regras de emissão estão codificadas, impossíveis de serem alteradas por qualquer projeto, evitando a inflação descontrolada típica das moedas tradicionais.
Segurança máxima nas transações — usando o mecanismo de consenso da blockchain, cada transação é verificada por toda a rede, garantindo total transparência e custos mínimos. Uma vez registrada na cadeia, a transação é definitiva e não pode ser revertida.
Alta liquidez e flexibilidade — as criptomoedas podem circular livremente entre usuários, sem restrições geográficas, suportando transferências internacionais instantâneas. Algumas moedas (como BTC) já são usadas em transações imobiliárias e outros cenários reais.
Custos de transação significativamente menores — comparado ao sistema bancário, as transferências em criptomoedas têm taxas mais baixas e são mais rápidas. Especialmente em transferências internacionais, essa vantagem é evidente.
Política monetária mais direta pelo banco central — no futuro, as CBDCs (Moedas Digitais de Banco Central) poderão dispensar intermediários, permitindo que o banco central transfira fundos diretamente aos cidadãos, aumentando a eficiência na implementação de políticas.
Riscos e vulnerabilidades: três fraquezas que não podem ser ignoradas
Pressão deflacionária natural — por ter quantidade fixa, não aumenta com o crescimento econômico, podendo gerar deflação a longo prazo, o que não é favorável ao desenvolvimento econômico.
Alta volatilidade e imprevisibilidade de preços — qualquer movimento no mercado pode causar picos ou quedas violentas, sem uma métrica de valor estável. Os investidores enfrentam uma incerteza elevada.
Segurança de armazenamento problemática — as criptomoedas só existem em carteiras digitais; perder a chave privada significa perda definitiva do ativo. Isso exige uma gestão de risco rigorosa por parte do usuário.
Estado atual do mercado: quais moedas merecem mais atenção?
De acordo com os dados mais recentes (até dezembro de 2025), o desempenho das principais criptomoedas é o seguinte:
Bitcoin(BTC) Preço atual: $87.73K, valor de mercado: $1.75T, ainda líder absoluto do mercado. Como a “ouro digital” das criptomoedas, possui maior reconhecimento, maior liquidez e maior participação de instituições.
Ethereum(ETH) Preço: $2.95K, valor de mercado: $355.72B, em segundo lugar. Como infraestrutura para DeFi, NFTs e jogos blockchain, sua aplicação ecológica é a mais diversificada. Após a atualização para PoS, sua escalabilidade e eficiência melhoraram significativamente.
Binance Coin(BNB) Preço: $845.80, valor de mercado: $116.50B. Como token da maior exchange do mundo, oferece benefícios como descontos nas taxas de negociação e mecanismos de queima de tokens, o que favorece sua valorização.
Solana(SOL) Preço: $122.72, valor de mercado: $69.03B. Representante de uma nova blockchain, destaca-se pelo alto desempenho em transações.
Stablecoin USDC Preço: $1.00, valor de mercado: $76.58B. Com paridade 1:1 com o dólar, é a melhor ferramenta para praticar negociações e proteção contra riscos.
Além disso, moedas de médio porte como Dogecoin(DOGE), Tron(TRX), continuam ativas.
Guia para iniciantes: como escolher de forma científica sua primeira moeda?
Dois princípios “não fazer”
Não invista em altcoins de baixa capitalização — especialmente aquelas fora do top 100, pois apresentam volatilidade extrema e risco de perda total.
Não escolha projetos com equipes anônimas e hype excessivo — na maioria das vezes, são esquemas de golpe, sem whitepaper ou aplicações reais.
Quatro categorias de moedas que valem atenção
Primeira fase: Bitcoin(BTC) — a escolha segura para começar
Como líder de mercado, o BTC tem a menor barreira de entrada (conceito simples), maior liquidez (facilidade de compra e venda) e maior respaldo institucional (Tesla, MicroStrategy, entre outros). Sua rede descentralizada baseada em PoW quase nunca foi atacada. Em tempos de instabilidade econômica global, o BTC é frequentemente usado como ativo de proteção.
Segunda fase: Ethereum(ETH) — estabilidade e potencial de crescimento
Ethereum é a base para a maioria de projetos DeFi, NFTs e jogos blockchain, com uma ecologia muito diversificada. Após a transição para PoS, sua escalabilidade aumentou e o consumo de energia caiu drasticamente, com grande potencial de crescimento a longo prazo. Como a segunda maior moeda por valor de mercado, sua profundidade de negociação é adequada para iniciantes.
Terceira fase: Binance Coin(BNB) — beneficiária do ecossistema de exchanges
A maior vantagem do BNB é sua utilidade — pode ser usado para pagar taxas com desconto, participar de lançamentos de novos tokens usando BNB. Como a Binance é a plataforma com maior volume de negociações globais, ela realiza recompras e queimas trimestrais de BNB com lucros, criando uma dinâmica deflacionária que favorece o preço a longo prazo. Sua volatilidade é relativamente baixa, sendo mais adequada para investidores conservadores.
Quarta fase: stablecoins(USDT, USDC) — campo de treino sem riscos
Iniciantes devem primeiro usar stablecoins para aprender a operar em exchanges, transferir e sacar fundos. USDT e USDC estão atreladas ao dólar 1:1, sem risco de volatilidade. USDC é mais transparente e recomendada. Stablecoins também podem ser usadas para proteção temporária ou para ganhar juros em plataformas de negociação.
Aviso especial sobre XRP
Ripple(XRP), embora focada em pagamentos transfronteiriços, com baixo custo e alta capacidade de processamento(1500 transações por segundo), apresenta maior centralização e ainda enfrenta uma disputa judicial com a SEC dos EUA, com alta volatilidade. Recomenda-se alocação mínima, como ativo de risco complementar.