A Comissão de Valores Mobiliários dos EUA foi criada em 6 de junho de 1934 como um órgão governamental independente. A sua criação seguiu a necessidade de estabelecer ordem nos mercados financeiros e proteger os investidores de esquemas fraudulentos. No início de 2009, após a grave crise financeira de 2008, foi aprovada a Lei Dodd-Frank sobre a reforma de Wall Street e a proteção dos direitos dos consumidores. Este documento ampliou significativamente os poderes tanto da própria Comissão de Valores Mobiliários quanto da Comissão de Comércio de Futuros de Commodities (CFTC).
Missão e responsabilidade principal
A principal tarefa da Comissão de Valores Mobiliários é proteger os direitos dos investidores, garantir a justiça nos mercados e promover o fluxo de capital para a economia. A sua atuação está focada na regulamentação dos mercados de valores mobiliários americanos — ações, obrigações e outros instrumentos. O princípio chave do funcionamento do órgão consiste em garantir o acesso igual de todos os participantes do mercado à informação relevante antes de realizar operações financeiras.
A comissão exige que as empresas públicas divulguem todos os dados financeiros relevantes, permitindo que diferentes categorias de investidores tomem decisões informadas com base no mesmo conjunto de informações. Além disso, o órgão publica sistematicamente materiais educativos e relatórios financeiros regulares.
Sistema de controle e fornecimento de informações
Para organizar o acesso à documentação corporativa, a Comissão de Valores Mobiliários desenvolveu uma base de dados eletrónica EDGAR (. O sistema eletrónico de coleta, análise e pesquisa de dados ) permite que os investidores acessem facilmente os relatórios trimestrais e anuais de todas as empresas registradas e reguladas.
As principais áreas de supervisão incluem a detecção de manipulações no mercado, a prevenção de fraudes contábeis e o controle de operações com informações privilegiadas. A Comissão de Valores Mobiliários colabora estreitamente com a CFTC, que se concentra na regulamentação dos mercados de derivativos, incluindo opções e contratos futuros. Os esforços conjuntos de ambos os órgãos visam combater atividades ilegais, como esquemas Ponzi e pirâmides financeiras.
Estrutura Organizacional
Em 2024, a estrutura da Comissão de Valores Mobiliários inclui seis principais unidades operacionais. O Departamento de Finanças Corporativas supervisiona a divulgação de informações pelas empresas. O Departamento de Comércio e Mercados controla os processos nas bolsas de valores e de opções. O Departamento de Gestão de Investimentos supervisiona fundos e empresas de investimento.
O Departamento de Execução Forçada investiga violações e aplica sanções. O Departamento de Análise Econômica e Gestão de Riscos realiza pesquisas analíticas e avalia riscos sistêmicos. O Departamento de Auditoria realiza inspeções e auditorias nas organizações sob sua supervisão para garantir a conformidade com os requisitos estabelecidos.
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Estrutura e poderes da Comissão de Valores Mobiliários dos Estados Unidos
História da instituição e base legal
A Comissão de Valores Mobiliários dos EUA foi criada em 6 de junho de 1934 como um órgão governamental independente. A sua criação seguiu a necessidade de estabelecer ordem nos mercados financeiros e proteger os investidores de esquemas fraudulentos. No início de 2009, após a grave crise financeira de 2008, foi aprovada a Lei Dodd-Frank sobre a reforma de Wall Street e a proteção dos direitos dos consumidores. Este documento ampliou significativamente os poderes tanto da própria Comissão de Valores Mobiliários quanto da Comissão de Comércio de Futuros de Commodities (CFTC).
Missão e responsabilidade principal
A principal tarefa da Comissão de Valores Mobiliários é proteger os direitos dos investidores, garantir a justiça nos mercados e promover o fluxo de capital para a economia. A sua atuação está focada na regulamentação dos mercados de valores mobiliários americanos — ações, obrigações e outros instrumentos. O princípio chave do funcionamento do órgão consiste em garantir o acesso igual de todos os participantes do mercado à informação relevante antes de realizar operações financeiras.
A comissão exige que as empresas públicas divulguem todos os dados financeiros relevantes, permitindo que diferentes categorias de investidores tomem decisões informadas com base no mesmo conjunto de informações. Além disso, o órgão publica sistematicamente materiais educativos e relatórios financeiros regulares.
Sistema de controle e fornecimento de informações
Para organizar o acesso à documentação corporativa, a Comissão de Valores Mobiliários desenvolveu uma base de dados eletrónica EDGAR (. O sistema eletrónico de coleta, análise e pesquisa de dados ) permite que os investidores acessem facilmente os relatórios trimestrais e anuais de todas as empresas registradas e reguladas.
As principais áreas de supervisão incluem a detecção de manipulações no mercado, a prevenção de fraudes contábeis e o controle de operações com informações privilegiadas. A Comissão de Valores Mobiliários colabora estreitamente com a CFTC, que se concentra na regulamentação dos mercados de derivativos, incluindo opções e contratos futuros. Os esforços conjuntos de ambos os órgãos visam combater atividades ilegais, como esquemas Ponzi e pirâmides financeiras.
Estrutura Organizacional
Em 2024, a estrutura da Comissão de Valores Mobiliários inclui seis principais unidades operacionais. O Departamento de Finanças Corporativas supervisiona a divulgação de informações pelas empresas. O Departamento de Comércio e Mercados controla os processos nas bolsas de valores e de opções. O Departamento de Gestão de Investimentos supervisiona fundos e empresas de investimento.
O Departamento de Execução Forçada investiga violações e aplica sanções. O Departamento de Análise Econômica e Gestão de Riscos realiza pesquisas analíticas e avalia riscos sistêmicos. O Departamento de Auditoria realiza inspeções e auditorias nas organizações sob sua supervisão para garantir a conformidade com os requisitos estabelecidos.