A Black Friday acabou de terminar com um grande fluxo de clientes, mas aqui está a reviravolta—as carteiras permaneceram mais fechadas do que o esperado. Os números contam uma história interessante: o gasto médio por consumidor está a caminho de $890 por pessoa, abaixo dos $902 do ano passado.
O que está a motivar a retracção? Dois grandes obstáculos estão a pressionar os orçamentos familiares neste momento. A inflação persistente continua a corroer o poder de compra, enquanto a expansão lenta do mercado de trabalho faz com que as pessoas pensem duas vezes antes de utilizarem os cartões. Mesmo com as lojas cheias, os reais dólares que fluem através das caixas registadoras pintam um quadro mais cauteloso.
Esta queda nos gastos pode sinalizar mudanças mais amplas na confiança do consumidor à medida que nos aproximamos do final do ano. Vale a pena observar como esta tendência se desenrola para os lucros do retalho e as previsões de crescimento econômico.
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SatoshiNotNakamoto
· 13h atrás
Parece que todos estão a fingir que são pobres, a multidão está enorme, mas as compras não estão tão intensas... Esta criatura chamada inflação realmente está a devorar as carteiras das pessoas.
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probably_nothing_anon
· 11-28 23:05
Olhando para as multidões nas ruas, a carteira não se mexe... esta é a verdadeira situação econômica.
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WalletDoomsDay
· 11-28 23:05
Muita gente e pouco dinheiro, essa é a situação... Parece que todos começaram a ser mesquinhos.
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down_only_larry
· 11-28 23:04
Muita gente é muita gente, mas o dinheiro ainda não saiu.
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Hash_Bandit
· 11-28 23:02
nah isso é basicamente a dificuldade do mercado a ajustar-se em tempo real... as pessoas têm menos hash em suas carteiras lol. a inflação é o congestionamento da rede que ninguém pediu
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SatoshiChallenger
· 11-28 22:36
Curiosamente, com a multidão, a Carteira acabou ficando mais apertada. Os dados mostram: $890 em relação a $902, essa queda parece moderada, mas reflete uma verdadeira mudança na psicologia do consumidor.
A inflação consome dinheiro, o mercado de trabalho está fraco, a história é na verdade muito antiga. As lições da história estão aqui — em cada período de incerteza econômica, o público acaba caindo nesse círculo vicioso de "andar mas não comprar".
É irônico que alguns economistas ainda estejam promovendo uma "recuperação robusta", agora olhem para os dados e vejam a realidade.
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O Black Friday teve grande popularidade, mas o consumo não acompanhou, isso é um caso perfeito de tapa na cara da realidade. É difícil ganhar dinheiro, os preços não caem, os consumidores já aprenderam a ser espertos.
No final do ano, esses dados merecem atenção, na minha opinião, as más notícias do lado do varejo podem ainda estar por vir.
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Objetivamente, a diferença de $12 no consumo per capita não parece grande, mas se colocada nos dados macro, isso equivale a uma evaporação de bilhões de dólares. É irônico que muitas pessoas ainda estejam sonhando com a "recuperação".
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Espera, muitas pessoas mas pouco consumo? Isso não é a imagem padrão de uma prosperidade falsa? As pessoas estão passeando, mas a Carteira está gritando.
Inflação + desemprego = esse resultado já estava escrito.
A Black Friday acabou de terminar com um grande fluxo de clientes, mas aqui está a reviravolta—as carteiras permaneceram mais fechadas do que o esperado. Os números contam uma história interessante: o gasto médio por consumidor está a caminho de $890 por pessoa, abaixo dos $902 do ano passado.
O que está a motivar a retracção? Dois grandes obstáculos estão a pressionar os orçamentos familiares neste momento. A inflação persistente continua a corroer o poder de compra, enquanto a expansão lenta do mercado de trabalho faz com que as pessoas pensem duas vezes antes de utilizarem os cartões. Mesmo com as lojas cheias, os reais dólares que fluem através das caixas registadoras pintam um quadro mais cauteloso.
Esta queda nos gastos pode sinalizar mudanças mais amplas na confiança do consumidor à medida que nos aproximamos do final do ano. Vale a pena observar como esta tendência se desenrola para os lucros do retalho e as previsões de crescimento econômico.