Os cofres de Prova de Reserva na Base ultrapassam os $100M, sinalizando que a verificação em tempo real está a desbloquear a utilização de RWA nos mercados DeFi.
A Artificial Financial Intelligence relatou que os seus cofres de Prova de Reserva na Base ultrapassaram os $100 milhões. A atualização apareceu numa thread detalhada partilhada no X.
A empresa afirmou que este marco reflete mais do que um típico valor total bloqueado. Em vez disso, aponta para sinais iniciais de capital verificável a mover-se em cadeia.
Adicionalmente, a publicação ligou o crescimento à crescente demanda por garantias de ativos transparentes no DeFi.
A Artificial Financial Intelligence explicou que os ativos do mundo real enfrentam uma lacuna de confiança. Embora grandes volumes já existam em cadeia, apenas uma pequena parte vê uso ativo.
Ultrapassámos os $100M em cofres de Prova de Reserva na @base.
À primeira vista, parece apenas mais um número de TVL.
Não é.
É o primeiro sinal real de que o capital verificável está a começar a mover-se em cadeia.
(1/n) pic.twitter.com/uQRXkq9S1y
— Artificial Financial Intelligence (@afiprotocol_xyz) 27 de março de 2026
A thread notou que a incerteza em torno das reservas limita a adoção. Questões sobre a garantia de ativos, duplicação e controlo de suprimentos permanecem não resolvidas.
Como resultado, o capital muitas vezes permanece inativo. A empresa afirmou que o problema não está relacionado com oportunidades de rendimento. Em vez disso, resulta da dependência de relatórios atrasados e sistemas de verificação manual.
Sem clareza em tempo real, as instituições evitam implantar capital em estratégias DeFi.
A Prova de Reserva aborda esta lacuna ao permitir a verificação contínua. O sistema permite que usuários e protocolos confirmem a garantia de ativos em tempo real.
De acordo com a thread, isto remove a necessidade de depender apenas de divulgações. Também permite que gestores de risco e oráculos utilizem dados verificados diretamente.
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A Artificial Financial Intelligence ligou o marco de $100 milhões a um progresso mais amplo na infraestrutura.
A empresa descreveu a Base como a rede subjacente que permite esta mudança. Acrescentou que a tokenização trouxe ativos para a cadeia, mas a verificação torna-os utilizáveis.
Nick Alphas ecoou esta visão numa publicação separada. Ele afirmou que a tokenização nunca foi a principal barreira. Em vez disso, a confiança impediu a adoção em grande escala.
Ele acrescentou que ativos sem garantias verificáveis falham em atrair capital sério.
Entretanto, a CoinMarketCap partilhou comentários do diretor de produto da NYSE, Jon Herrick. Ele afirmou que as finanças tradicionais não visam substituir os sistemas existentes por blockchain.
Em vez disso, o foco permanece na integração da tokenização na infraestrutura atual.
ATUALIZAÇÃO: ⚡ O diretor de produto da NYSE, Jon Herrick, afirma que a bolsa não procura substituir a infraestrutura financeira existente por blockchain, mas sim construir a tokenização sobre ela. https://t.co/o0WaBJjzMJ pic.twitter.com/KdaxwHve0B
— CoinMarketCap (@CoinMarketCap) 27 de março de 2026
Juntas, essas atualizações sugerem uma mudança gradual. As reservas verificadas agora desempenham um papel maior em desbloquear a utilidade de ativos do mundo real nos mercados DeFi.