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O Maxi Chainlink Zach Rynes acendeu um debate acalorado na comunidade cripto após compartilhar uma crítica contundente ao XRP e Ripple, recebendo forte reação de apoiantes e ex-executivos. O embaixador enquadrou o token nativo do Chainlink, LINK, como a melhor jogada institucional, rotulando o XRP como uma cadeia fantasma. Ele também critica as recompra de ações recentes da Ripple, sugerindo que a empresa prioriza os acionistas em detrimento dos investidores em XRP.
Em uma publicação recente no X, Rynes argumentou que os detentores de XRP estão, na prática, financiando uma empresa que declarou abertamente que priorizará os acionistas de ações em relação aos investidores de tokens. Ele explicou que, quando uma empresa vende tanto tokens quanto ações aos investidores, cria dois grupos de stakeholders concorrentes cujos interesses econômicos divergem. Como resultado, quando há receita excedente, os investidores em ações possuem direitos superiores e legalmente executáveis, deixando os detentores de XRP em desvantagem.
Leitura relacionada: Fundador da Cardano diz que Chainlink os citou a um “preço absurdo”, veja por quê. Rynes argumentou que a Ripple vende XRP e usa os lucros para adquirir empresas e financiar recompra de ações que beneficiam apenas os acionistas. Ele também observou que, mesmo sob juramento em processos judiciais, a empresa cripto admitiu que o uso do XRP como moeda de ponte é neutro em demanda e não afeta o preço.
Além disso, ele descartou o XRP Ledger (XRPL) como uma “cadeia fantasma obsoleta” que está fora das 40 principais por uso, com menos de 1% de participação de mercado em ativos do mundo real e menos de 0,01% em stablecoins. O maxi Chainlink ainda destacou que a Ripple mesma emitiu 90% da stablecoin RLUSD na Ethereum e expandiu para outras cadeias fora do XRP Ledger, incluindo a cadeia privada EVM do BNY Mellon.
Apoiando o Chainlink, Rynes afirmou que o LINK apresenta um caso de investimento estruturalmente mais limpo em comparação com o XRP, pois não possui investidores de ações competindo por valor. Ele explicou que cada camada de crescimento da rede foca principalmente no token nativo e que até os funcionários do Chainlink Lab recebem recompensas de incentivo a longo prazo em LINK, e não em ações.
Ele apontou que o Chainlink detém mais de 70% de participação no mercado DeFi, com US$ 60 bilhões em TVL garantido, além de parcerias institucionais com SWIFT, DTCC, Euroclear, JPMorgan e outros, como prova de adoção tangível. O maxi Chainlink concluiu que o token LINK representa a melhor aposta de índice na adoção institucional de blockchain. Ao mesmo tempo, o XRP funciona como uma “moeda meme com tema bancário” que a Ripple vende ao varejo para financiar aquisições corporativas.
O debate escalou quando o ex-CTO da Ripple, David Schwartz, entrou na conversa. Schwartz argumentou que a venda consistente e previsível de XRP pela Ripple ao longo de cinco anos criou uma pressão de baixa sustentada no preço, o que, segundo ele, beneficiou os compradores que acumularam tokens a preços mais baixos do que pagariam de outra forma.
Leitura relacionada: Ripple compartilhou suas principais conquistas enquanto o XRP continua a dominar pagamentos. Rynes rejeitou veementemente a resposta, chamando-a de “gaslighting de elite” e questionando se Schwartz argumentava que suprimir o preço do XRP por meio das próprias vendas da Ripple era uma vantagem para os detentores. Schwartz reforçou sua posição, criticando o comentário e insistindo que um fator constante já precificado no mercado afeta compradores e vendedores igualmente. Ele afirmou que quem comprou XRP beneficiou-se de preços de entrada baixos tanto quanto pode ser afetado na saída.
LINK negociado a $9 no gráfico de 1 dia | Fonte: LINKUSDT no Tradingview.comImagem de destaque do Pngtree, gráfico do Tradingview.com
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