Após o Natal de 2025, o mercado de metais preciosos registou uma forte subida. O preço spot do ouro atingiu cerca de 4 530 $ por onça, antes de recuar e consolidar em torno dos 4 500 $. A prata também superou o limiar dos 70 $ por onça. Ambos os metais atingiram máximos históricos, captando ampla atenção do mercado.
Os investidores antecipam, de forma generalizada, novos cortes de taxas por parte da Federal Reserve, o que reforça o apelo de ativos sem rendimento, como ouro e prata. Com a descida das taxas de juro, o custo de oportunidade de manter metais preciosos diminui, promovendo fluxos de capital consistentes e acelerando a valorização dos metais. Os investidores que aguardam uma correção no mercado acionista estão a perder rapidamente a paciência.
O reputado economista Jim Rickards apresentou uma projeção surpreendente, prevendo que o ouro poderá atingir 10 000 $ por onça até ao final de 2026. A Goldman Sachs elevou a sua meta para o ouro no final de 2026 para 4 900 $ por onça, apontando a forte procura dos bancos centrais e os fluxos persistentes para ETF. O Deutsche Bank prevê que o ouro alcance 4 450 $ por onça. No segmento da prata, a elevada procura industrial, a oferta restrita e as tendências globais favoráveis deverão impulsionar os preços mais 15 % a 20 % no próximo ano.
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De um modo geral, o ouro e a prata negoceiam próximos dos máximos históricos, mas continuam a apresentar potencial de valorização adicional. Os investidores devem acompanhar cuidadosamente as políticas de corte de taxas, os fluxos de capital para ETF e as tendências económicas globais, pois estes fatores serão determinantes para o desempenho futuro do mercado de metais preciosos. Para investidores de longo prazo, ouro e prata mantêm-se como instrumentos essenciais para cobertura contra a inflação e proteção de património.





