**URGENTE:** Pela primeira vez neste conflito, o Senado dos EUA aprovou uma Resolução de Poderes de Guerra limitando ações militares contra o Irã, com votação de 50–47.


O cenário político está mudando rapidamente. Quatro republicanos cruzaram o corredor para votar a favor—Collins, Cassidy, Murkowski e Paul—enquanto o democrata John Fetterman quebrou a disciplina para votar contra.
A votação histórica ocorre poucas horas após Trump declarar que estava "a uma hora" de ordenar novos ataques, tendo anteriormente criticado a Lei de Poderes de Guerra como "totalmente inconstitucional".
O Senado finalmente encontrou coragem para conter o conflito diante de realidades sombrias: o Pentágono admitiu que a guerra custou 29 bilhões de dólares (embora estimativas independentes situem o valor real mais próximo de 1 trilhão de dólares), enquanto os sites de mísseis do Irã permanecem 90% operacionais.
A Constituição concede explicitamente ao Congresso o poder exclusivo de declarar guerra.
Nesta noite, a maioria do Senado se levantou para declarar que esse poder realmente significa algo.
Agora, o campo de batalha muda.
Se a Câmara seguirá o mesmo caminho é a próxima questão imediata.
Se Trump assinará a resolução ou exercerá seu poder de veto é a questão muito maior.
Mas por hoje à noite, o ramo legislativo oficialmente voltou à arena.
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