Depois de ler o novo relatório da Splunk, algo chamou a minha atenção: os CISOs já não veem a inteligência artificial apenas como uma ferramenta, mas colocam-na no centro da defesa digital. Uma pesquisa com 650 CISOs revelou resultados bastante interessantes.



A descoberta mais notável do relatório é a seguinte: 92% dos participantes reconhecem o papel da inteligência artificial na análise de incidentes de segurança. Ou seja, os CISOs percebem que esta tecnologia realmente faz a diferença na deteção de ameaças. Além disso, 89% relataram que a correlação de dados melhorou significativamente graças à inteligência artificial.

O que é que isto nos diz? A maioria dos CISOs acredita que os atores de ameaças estão a tornar-se cada vez mais sofisticados em (%95), e que este é o maior fator de risco. Portanto, 92% priorizam as capacidades de deteção e resposta a ameaças. Mesmo 68% estão a investir ativamente em capacidades de cibersegurança baseadas em inteligência artificial.

No entanto, toda tecnologia tem o seu lado sombrio. 86% dos CISOs estão preocupados que a inteligência artificial possa tornar os ataques de engenharia social mais sofisticados. Essa preocupação parece totalmente justificada.

O relatório também mostra como o papel do CISO evoluiu. Quase todos os CISOs agora são responsáveis pela governança da inteligência artificial e pela supervisão dos riscos associados. Nesta era digital, essa responsabilidade tornou-se muito mais do que apenas gestão de segurança.
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