Honestamente, a quantidade de ataques em Web3 é simplesmente assustadora. Se você trabalha em um projeto de criptomoedas, a questão da cibersegurança deve estar em primeiro lugar, e não ser adiada para depois.



Recentemente percebi que muitas empresas ainda ignoram coisas básicas. A autenticação de dois fatores não é mais uma opção, é o mínimo. É preciso usar autenticadores, chaves de hardware ou passkeys. Caso contrário, o risco de comprometimento das credenciais é simplesmente enorme.

Além disso, todas as máquinas de trabalho devem estar criptografadas. Senha, scanner de impressão digital, bloqueio automático por inatividade. Parece simples, mas realmente funciona. Operações críticas, como acesso às chaves privadas, implantação de contratos ou gerenciamento de contas financeiras, são sagradas. Tudo deve acontecer apenas em dispositivos confiáveis com confirmação por chave de hardware.

Outro ponto que muitas vezes é negligenciado é a gestão correta das carteiras. É preciso dividi-las por níveis: carteiras separadas para operações diárias, fundos de marketing e reservas de longo prazo. Não é paranoia, é estratégia. Se algo der errado, o dano será localizado.

No geral, a cibersegurança em Web3 não é sobre paranoia, é sobre sobrevivência. Empresas que levam isso a sério dormem mais tranquilas e trabalham de forma mais eficiente. Os demais, cedo ou tarde, se tornarão mais uma história de invasão.
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