EUA e Israel consideram enviar forças especiais para o Irão, para apreender urânio enriquecido e o porto petrolífero de Halcón Island

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8 de março, citando a Axios, uma fonte de mídia dos EUA, a imprensa relata que os Estados Unidos e Israel estão considerando enviar forças especiais para o Irã na fase final de uma operação militar contra o país, com o objetivo de obter urânio altamente enriquecido.

A reportagem cita várias fontes familiarizadas com o assunto, dizendo que o governo Trump discutiu duas opções: retirar todo o urânio enriquecido do Irã ou permitir que especialistas nucleares realizem a diluição no local.

Segundo relatos, há aproximadamente 450 kg de urânio enriquecido a 60% no território iraniano. Mas um funcionário americano, ao falar sobre os desafios dessa operação, afirmou: “A primeira questão é: onde estão eles? A segunda é: como podemos chegar lá e obter controle físico?”

É importante notar que, além de bloquear a ameaça nuclear, o plano também envolve a tomada do centro estratégico de energia do Irã — a Ilha de Kharg. Nesse terminal energético, é responsável por cerca de 90% das exportações de petróleo do Irã. Se a ilha for controlada, a economia energética do Irã estará em risco de ser cortada.

“Operação de ataque especial” não é “guerra terrestre”

Para tranquilizar o público sobre as preocupações de uma “entrada de tropas terrestres no Irã”, as autoridades americanas fizeram declarações firmes.

Um alto funcionário dos EUA afirmou claramente: “Para Trump, ‘colocar os pés no chão’ (guerra terrestre) não é o mesmo que a mídia entende.”

A reportagem diz que essa ação não é uma operação convencional de “tropas terrestres”, mas mais uma incursão de operações especiais de pequena escala, não uma entrada de grandes forças.

De acordo com as informações divulgadas até agora, essa missão será conduzida por forças especiais de elite em colaboração com especialistas nucleares (possivelmente incluindo especialistas da Agência Internacional de Energia Atômica). Além disso, há um limiar claro para o acionamento: os EUA e Israel só agirão se tiverem certeza de que as forças armadas do Irã não representarão uma “ameaça grave” às tropas enviadas.

A última linha de defesa no jogo estratégico

Em junho do ano passado, os EUA e Israel destruíram a maior parte das centrífugas do Irã por meio de ataques aéreos, bloqueando seu estoque nuclear com os escombros. No entanto, esses materiais ainda existem, representando uma “Espada de Dâmocles” pairando sobre os EUA e Israel.

Trump afirmou que, ao discutir a possibilidade de enviar tropas ao Irã para recuperar esses materiais, as forças terrestres “podem” ser enviadas, mas somente se houver “motivos extremamente sólidos”.

“Se formos fazer isso, a capacidade de defesa do Irã deve estar destruída a ponto de não poder realizar contra-ataques terrestres”, disse Trump à mídia.

A secretária de imprensa da Casa Branca, Karine Jean-Pierre, respondeu que o presidente Trump “sábia e cuidadosamente mantém todas as opções em aberto, sem excluir nenhuma possibilidade”.

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