UPM-Kymmene Oyj (UPMKF, RPL.F), o fabricante de produtos florestais com sede em Helsínquia, voltou à lucratividade no quarto trimestre, marcando uma recuperação notável em relação à perda do ano anterior. O retorno da empresa ao lucro no Q4, juntamente com a orientação futura expressa em milhões de euros, destaca o otimismo cauteloso da gestão apesar de um ambiente fiscal desafiador para 2025.
No trimestre, a empresa finlandesa registou um lucro líquido de 258 milhões de euros, ou 0,49 euros por ação, invertendo uma perda de 95 milhões de euros registada há um ano. Com base comparável — que exclui itens pontuais — os lucros do Q4 atingiram 300 milhões de euros ou 0,57 euros por ação, embora ainda represente uma ligeira diminuição em relação aos 328 milhões de euros ou 0,61 euros por ação do trimestre do ano anterior.
Desempenho Operacional do Q4 Reflete Desafios do Setor
O EBIT comparável do trimestre caiu 15% em relação ao ano anterior, atingindo 355 milhões de euros, com a margem operacional a comprimir-se para 15,3% de 15,9% no ano anterior. O EBITDA comparável da empresa diminuiu para 382 milhões de euros, face a 436 milhões de euros anteriormente, embora a margem EBITDA tenha permanecido estável em 16,5%. A fraqueza nas vendas foi evidente, com receitas a contrair-se para 2,312 mil milhões de euros, de 2,632 mil milhões de euros, sinalizando condições de mercado mais fracas no setor de produtos florestais.
Ano Completo de 2025: Pressão nos Lucros e Paciência Estratégica
O ano fiscal completo de 2025 contou uma história semelhante de pressão setorial. O EBIT comparável caiu 25% em relação a 2024, atingindo 921 milhões de euros, com compressão de margem em toda a empresa. As vendas anuais diminuíram para 9,656 mil milhões de euros, de 10,339 mil milhões de euros no ano anterior, refletindo uma demanda global persistentemente fraca.
Orientação Futura e Estratégia de Retorno de Capital
Para o primeiro semestre de 2026, a UPM-Kymmene projeta um EBIT comparável na faixa de 325 milhões de euros a 525 milhões de euros, em comparação com 413 milhões de euros no H1 de 2025. Esta ampla faixa de orientação reflete a incerteza quanto ao momento de recuperação do mercado, mas sugere a crença da gestão na flexibilidade operacional.
Mais notavelmente, o Conselho de Administração da empresa propôs manter o dividendo em 1,50 euros por ação para 2025, representando 113% do lucro por ação comparável. Esta proporção de pagamento inalterada — apesar dos obstáculos nos lucros — indica a confiança do Conselho na estratégia de longo prazo da UPM e na capacidade de geração de caixa em termos denominados em euros. A decisão reflete um compromisso com os acionistas, mesmo enquanto a empresa navega por uma fraqueza cíclica de curto prazo.
Na bolsa de Helsínquia, as ações da UPM estavam cotadas a 23,61 euros, uma queda de 0,55% na sessão, enquanto os investidores ponderavam a resiliência da empresa face aos desafios do setor.
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Líder da Indústria Florestal Finlandesa UPM-Kymmene Retorna à Lucratividade no Q4, Guia H1 2026 na Faixa de Milhões de Euros
UPM-Kymmene Oyj (UPMKF, RPL.F), o fabricante de produtos florestais com sede em Helsínquia, voltou à lucratividade no quarto trimestre, marcando uma recuperação notável em relação à perda do ano anterior. O retorno da empresa ao lucro no Q4, juntamente com a orientação futura expressa em milhões de euros, destaca o otimismo cauteloso da gestão apesar de um ambiente fiscal desafiador para 2025.
No trimestre, a empresa finlandesa registou um lucro líquido de 258 milhões de euros, ou 0,49 euros por ação, invertendo uma perda de 95 milhões de euros registada há um ano. Com base comparável — que exclui itens pontuais — os lucros do Q4 atingiram 300 milhões de euros ou 0,57 euros por ação, embora ainda represente uma ligeira diminuição em relação aos 328 milhões de euros ou 0,61 euros por ação do trimestre do ano anterior.
Desempenho Operacional do Q4 Reflete Desafios do Setor
O EBIT comparável do trimestre caiu 15% em relação ao ano anterior, atingindo 355 milhões de euros, com a margem operacional a comprimir-se para 15,3% de 15,9% no ano anterior. O EBITDA comparável da empresa diminuiu para 382 milhões de euros, face a 436 milhões de euros anteriormente, embora a margem EBITDA tenha permanecido estável em 16,5%. A fraqueza nas vendas foi evidente, com receitas a contrair-se para 2,312 mil milhões de euros, de 2,632 mil milhões de euros, sinalizando condições de mercado mais fracas no setor de produtos florestais.
Ano Completo de 2025: Pressão nos Lucros e Paciência Estratégica
O ano fiscal completo de 2025 contou uma história semelhante de pressão setorial. O EBIT comparável caiu 25% em relação a 2024, atingindo 921 milhões de euros, com compressão de margem em toda a empresa. As vendas anuais diminuíram para 9,656 mil milhões de euros, de 10,339 mil milhões de euros no ano anterior, refletindo uma demanda global persistentemente fraca.
Orientação Futura e Estratégia de Retorno de Capital
Para o primeiro semestre de 2026, a UPM-Kymmene projeta um EBIT comparável na faixa de 325 milhões de euros a 525 milhões de euros, em comparação com 413 milhões de euros no H1 de 2025. Esta ampla faixa de orientação reflete a incerteza quanto ao momento de recuperação do mercado, mas sugere a crença da gestão na flexibilidade operacional.
Mais notavelmente, o Conselho de Administração da empresa propôs manter o dividendo em 1,50 euros por ação para 2025, representando 113% do lucro por ação comparável. Esta proporção de pagamento inalterada — apesar dos obstáculos nos lucros — indica a confiança do Conselho na estratégia de longo prazo da UPM e na capacidade de geração de caixa em termos denominados em euros. A decisão reflete um compromisso com os acionistas, mesmo enquanto a empresa navega por uma fraqueza cíclica de curto prazo.
Na bolsa de Helsínquia, as ações da UPM estavam cotadas a 23,61 euros, uma queda de 0,55% na sessão, enquanto os investidores ponderavam a resiliência da empresa face aos desafios do setor.