Trump parece estar a reconsiderar o papel da Exxon no ambicioso plano de revitalização do setor petrolífero de $100 mil milhões para a Venezuela. A administração está a sinalizar que a gigante dos combustíveis fósseis pode ser excluída desta iniciativa de reconstrução massiva, deixando outras grandes petrolíferas dos EUA a suportar o peso do investimento.
Esta mudança estratégica pode reformular a forma como as empresas energéticas americanas abordam a oportunidade geopolítica na Venezuela. A decisão sugere uma mudança de prioridades—quer seja por preocupações regulatórias, parcerias estratégicas ou outras considerações políticas.
Para quem acompanha as dinâmicas globais de energia e os seus efeitos em cadeia nos mercados de commodities, isto pode ser um indicador revelador de como as administrações dos EUA equilibram oportunidades económicas com objetivos de política externa.
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blocksnark
· 20h atrás
哈?埃克森被踢出局了?Esta reviravolta no enredo é um pouco rápida...
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O grande negócio de 100 bilhões de dólares diz que não come, e não come, quem foi que ofendeu?
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Mais uma jogada geopolítica, quem ainda não percebeu o truque daquele esquema dos EUA?
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Resumindo, são fichas políticas, a energia é apenas uma cortina de fumaça.
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Caramba, isso é uma sanção disfarçada contra a Exxon ou há outros motivos ocultos...
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As majors do petróleo estão competindo para entrar, esse negócio tem armadilha.
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Venezuela, esse fardo quente, por que voltou a se agitar desta vez?
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UnluckyLemur
· 20h atrás
Espera aí, a Exxon vai mesmo ser expulsa? Esta reviravolta na história foi demasiado rápida...
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IronHeadMiner
· 20h atrás
Porra, a Exxon foi eliminada? Essa jogada é interessante.
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PoolJumper
· 20h atrás
Hã? A Exxon foi expulsa? Este jogo está a ficar interessante.
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OptionWhisperer
· 20h atrás
Espera aí, a Exxon foi expulsa? Essa reviravolta na história foi bastante forte, mil milhões assim, de repente, mudam de ideia.
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ProbablyNothing
· 20h atrás
Vender a Exxon de forma arriscada? Este roteiro parece um pouco familiar.
Trump parece estar a reconsiderar o papel da Exxon no ambicioso plano de revitalização do setor petrolífero de $100 mil milhões para a Venezuela. A administração está a sinalizar que a gigante dos combustíveis fósseis pode ser excluída desta iniciativa de reconstrução massiva, deixando outras grandes petrolíferas dos EUA a suportar o peso do investimento.
Esta mudança estratégica pode reformular a forma como as empresas energéticas americanas abordam a oportunidade geopolítica na Venezuela. A decisão sugere uma mudança de prioridades—quer seja por preocupações regulatórias, parcerias estratégicas ou outras considerações políticas.
Para quem acompanha as dinâmicas globais de energia e os seus efeitos em cadeia nos mercados de commodities, isto pode ser um indicador revelador de como as administrações dos EUA equilibram oportunidades económicas com objetivos de política externa.