Offshore funds estão na fila para entrar no mercado, isso já não é mais um rumor do setor. Há alguns dias, conversei com amigos que trabalham com investimentos institucionais, e eles disseram claramente que o dinheiro lá fora está esperando por uma oportunidade de saída, segurando uma moeda que continua a desvalorizar-se, sentado à espera. É melhor arriscar do que ficar parado. Em resumo, essa onda de mercado é, na sua essência, uma jogada macroeconômica.
Alguém pode perguntar: não é o mercado de criptomoedas uma entidade independente? Por que ainda depende da postura do banco central? Essa ideia fazia sentido há cinco anos, mas agora? Já está ultrapassada. Basta olhar para os dados dos últimos dois anos — a mudança de política de um banco central de um país foi o que desencadeou o mercado de criptomoedas. Em 2019, quando a situação do comércio ficou tensa, o Bitcoin disparou de 3000 dólares para 13000 dólares de uma só vez, essa é a prova mais direta. A macroeconomia já se tornou o manipulador oculto do mercado de criptomoedas; tentar contorná-la é simplesmente inviável.
Mas qual é a maior diferença entre essa rodada de mercado e a de 2021? Naquela época, era uma era de "comprar de olhos fechados e lucrar", agora não é mais. As altcoins estão explodindo em quantidade, e o capital ficou mais seletivo — só investe naqueles projetos que têm uma história, um ecossistema real e uma comunidade ativa. Recentemente, observei um fenômeno interessante: projetos com equipe e interação frequente com os usuários, e uma comunidade vibrante, mesmo que seus fundamentos não sejam os melhores, podem ter uma valorização que supera os similares. Em um ambiente de liquidez abundante, o consenso e o sentimento muitas vezes pesam mais do que a própria tecnologia na determinação do preço.
Porém, não há almoço grátis. O risco mais real não é uma correção de mercado, mas cair em moedas sem valor real. Já vi muitas pessoas sendo manipuladas pela frase "alto retorno", investindo em projetos que não têm negócios reais, e acabando por perder tudo. Essa lição é bastante profunda.
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BlockTalk
· 01-11 03:51
A entrada de fundos offshore, na verdade, é grandes instituições procurando oportunidades, todos estão preocupados com a desvalorização do papel-moeda. Mas o mais importante é — nós investidores de varejo conseguimos pegar essa onda ou vamos acabar sendo os últimos a entrar?
A alta popularidade da comunidade pode superar os fundamentos? Essa lógica é um pouco vazia, parece que ainda é preciso escolher os ativos certos, senão, só com emoções, quanto tempo aguenta?
Consenso e emoção > técnica? Então por que aquelas altcoins de 2021 morreram todas, não foi só porque a história acabou? Quais projetos que sobreviveram realmente têm algo concreto?
Estar atento às moedas sem respaldo, isso é verdade, mas a questão é como identificá-las? Basta olhar se a comunidade está ativa? Parece que agora até a atividade pode ser manipulada.
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GasFeeNightmare
· 01-11 03:47
Mais uma vez, a narrativa da macroeconomia, mas, para ser honesto, fico ansioso ao ver aquele monte de fundos offshore esperando para entrar, porque sei que quando realmente entrarem, as taxas de gás ficarão tão altas que vão enlouquecer.
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ApeEscapeArtist
· 01-11 03:36
A entrada de fundos offshore eu acredito, mas o mais importante é se conseguem manter a posição até o fim. Parece que os grandes investidores já entraram na operação há algum tempo.
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AirdropHunterWang
· 01-11 03:27
Concordo com a parte de macro-push, mas a consenso e o sentimento podem realmente determinar o preço? Isso não significa que quem conta a história ganha... Não é de admirar que os projetos mais ativos nas comunidades sejam também os mais propensos a colapsar.
Offshore funds estão na fila para entrar no mercado, isso já não é mais um rumor do setor. Há alguns dias, conversei com amigos que trabalham com investimentos institucionais, e eles disseram claramente que o dinheiro lá fora está esperando por uma oportunidade de saída, segurando uma moeda que continua a desvalorizar-se, sentado à espera. É melhor arriscar do que ficar parado. Em resumo, essa onda de mercado é, na sua essência, uma jogada macroeconômica.
Alguém pode perguntar: não é o mercado de criptomoedas uma entidade independente? Por que ainda depende da postura do banco central? Essa ideia fazia sentido há cinco anos, mas agora? Já está ultrapassada. Basta olhar para os dados dos últimos dois anos — a mudança de política de um banco central de um país foi o que desencadeou o mercado de criptomoedas. Em 2019, quando a situação do comércio ficou tensa, o Bitcoin disparou de 3000 dólares para 13000 dólares de uma só vez, essa é a prova mais direta. A macroeconomia já se tornou o manipulador oculto do mercado de criptomoedas; tentar contorná-la é simplesmente inviável.
Mas qual é a maior diferença entre essa rodada de mercado e a de 2021? Naquela época, era uma era de "comprar de olhos fechados e lucrar", agora não é mais. As altcoins estão explodindo em quantidade, e o capital ficou mais seletivo — só investe naqueles projetos que têm uma história, um ecossistema real e uma comunidade ativa. Recentemente, observei um fenômeno interessante: projetos com equipe e interação frequente com os usuários, e uma comunidade vibrante, mesmo que seus fundamentos não sejam os melhores, podem ter uma valorização que supera os similares. Em um ambiente de liquidez abundante, o consenso e o sentimento muitas vezes pesam mais do que a própria tecnologia na determinação do preço.
Porém, não há almoço grátis. O risco mais real não é uma correção de mercado, mas cair em moedas sem valor real. Já vi muitas pessoas sendo manipuladas pela frase "alto retorno", investindo em projetos que não têm negócios reais, e acabando por perder tudo. Essa lição é bastante profunda.